Democratas x republicanos: quais os estados mais indefinidos nas midterms

No Alasca, a disputa pelo Senado mistura cenário apertado e briga judicial do governo Trump, o que elevou a tensão no estado. A democrata Mary Peltola enfrenta o republicano Dan Sullivan, e a eleição ocorre com voto ranqueado, em que o eleitor ordena seus candidatos preferidos na cédula.
O Alasca também virou alvo de uma investigação federal envolvendo um candidato independente com nome quase idêntico ao do senador republicano. Uma apuração foi instaurada após reportagem do The New York Times sobre o professor aposentado Daniel J. Sullivan Jr., citado por um procurador federal como possível "candidato falso". Peltola nega ter conhecimento de qualquer tentativa de recrutamento.
Outros estados competitivos no Senado
Além de Michigan e Alasca, outras corridas ao Senado são competitivas e ampliam os caminhos democratas para buscar a maioria. Analistas e pesquisas mostram disputas apertadas em estados tradicionalmente republicanos, como Texas, Kansas e Iowa, além de Ohio e Maine.
No Texas, os democratas tentam encerrar mais de três décadas sem vitórias para o Senado e apostam em James Talarico contra Ken Paxton. Talarico, ex-professor e seminarista presbiteriano de 37 anos, ficou conhecido por vídeos em que usa a fé para criticar republicanos, enquanto Paxton é aliado declarado de Trump e defende pautas conservadoras, como restrições ao aborto.
No Kansas, pesquisas alimentam a esperança democrata em um estado que costuma votar nos republicanos. O pastor Adam Hamilton desafia o senador republicano Roger Marshall, em um dos duelos mais equilibrados na corrida pelo Senado.
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