RTP DesportoCiclista de Viana do Castelo propõe-se pedalar 4.700 quilómetrosThe Jerusalem PostWATCH: Israel honors October 7 victims, heroes at second Mount Herzl ceremonyESPNFive scenes from LeBron's first Sixers training camp: meetings, group chats and 'the vision'ESPN DeportesBraves saca triunfo de Los Ángeles y va a casa 1-1PunchPolice probe officers caught on hidden camera extorting Lagos dispatch riderDaily MaverickLOCAL ELECTIONS 2026: Manifesto test: IFP offers more financial support for traditional leadersInquirerIlocos Norte town gives teachers, staff P1,000 Teachers’ Day incentiveZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioGolem.deStephen Wolfram: KI kann Mathematiker nicht ersetzenObservador DesportoAs notícias das 14hCNN بالعربيةإثيوبيا تصدر بيانًا بشأن نهر النيل والبحر الأحمر وتحذر من "المقاربات الصفرية"
The Daily Newsstand · Free, Always
Monday, October 5, 2026

Hong Kong lança projeto-piloto para importar cuidadores

Translate

O Governo de Hong Kong anunciou que irá lançar, provavelmente na segunda metade de 2027, um projeto-piloto para importar centenas de trabalhadores para cuidar de idosos na região chinesa, cuja população está a envelhecer rapidamente.

O secretário para o Trabalho e Assuntos Sociais disse no domingo que as autoridades irão exigir que os trabalhadores concluam um curso de cuidados a idosos, com um mínimo de 150 horas, nos países de origem.

“Precisamos agora de encontrar uma organização profissional em Hong Kong para estabelecer um mecanismo que garanta a conclusão do curso e a real aquisição dessas competências”, disse Chris Sun Yuk-han.

“Compreendo que, no projeto-piloto, os residentes possam estar preocupados sobre se os trabalhadores serão capazes de desempenhar as suas funções”, disse Sun, à emissora local TVB.

O secretário acrescentou que os cuidadores, que deverão também realizar outras tarefas em casa dos empregadores, deverão ter salários 10% a 20% superiores aos dos trabalhadores domésticos.

Na sexta-feira, o Governo anunciou um aumento de 2,35% no salário mínimo para os trabalhadores domésticos, para 5.220 dólares de Hong Kong (593 euros) por mês, enquanto o subsídio de alimentação permaneceu inalterado.

Em 26 de setembro, um grupo de trabalhadoras domésticas de Hong Kong organizou um protesto e pediu um aumento de 21% no salário mínimo, que dizem ser “incrivelmente baixo”, atendendo ao custo de vida na região.

A manifestação, organizada pela Asian Migrants Coordinating Body (AMCB) em frente ao Departamento do Trabalho, reivindicou uma subida de 5.100 para 6.172 dólares de Hong Kong (de 571 para 691 euros) no salário mínimo.

“Este é um salário incrivelmente baixo para um território que se autointitula com orgulho a ‘Cidade Mundial da Ásia'”, afirmou a porta-voz da AMCB, Sringatin, num comunicado.

De acordo com dados oficiais, o salário mediano no território ronda atualmente 21.200 dólares de Hong Kong (2.374 euros).

No comunicado, citado pelo portal de notícias Hong Kong Free Press, a porta-voz da AMCB — o maior grupo de sindicatos e associações de trabalhadores migrantes da cidade — sublinhou ainda que, desde 2000, o salário mínimo aumentou apenas 39%.

A AMCB tinha solicitado também um aumento de 1.236 para 3.123 dólares de Hong Kong (de 138 para 350 euros) no subsídio de alimentação mensal pago pelos empregadores.

De acordo com dados oficiais, 1,98 milhões de pessoas, ou 26% da população de Hong Kong têm 65 anos ou mais. As autoridades preveem que este número suba para 36% da população até 2046, atingindo 2,95 milhões de pessoas.

Em 2025, Hong Kong registou cerca de 31.100 nascimentos, uma queda de 15,3% e o valor mais baixo desde que há registos oficiais na antiga colónia britânica, em 1961.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.