ESPN Deportes¿Por qué Mbappé ocultó mensaje para Ceuta?וואלהאחרי שנעלם שוב: "מלך הסמים הישראלי של גואה" הסגיר את עצמו ונשלח לכלאESPNVikings RB Mason placed on IR after having surgery on thumbInquirer2 solons split on CHR inclusion to Dangerous Drugs BoardThe Jerusalem PostHebron’s Jewish community finishes restoring tomb belonging to ancestors of biblical King DavidDaily Maverick(UN)DIPLOMATIC RELATIONS: ‘Respect our sovereignty’ — SA responds to latest US sanctionsNBC NewsKamala Harris to campaign with Abdul El-Sayed in MichiganBBC MundoEl hermano de Diana de Gales asegura que Carlos III le dijo que se "olvidaría pronto" a la princesa poco después de su muerteCBS SportsAaron Judge exits Yankees game with lower leg tightness, unclear if he'll miss games amid tight AL East raceGlobal NewsNew Brunswick’s nuclear power plant expected to be off-line for weeks, official saysRadio-CanadaUn plongeur attaqué par un requin blanc à PercéThe Guardian AustraliaAustralian politics live: Labor says people with child support debts to be banned from leaving Australia; Burke to reveal new immigration rules
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, September 16, 2026

Celo Dut transforma própria história em música no álbum ‘Rei das Ruas’: ‘Realmente libertador’

Translate

Rapper falou à Rolling Stone Brasil sobre o novo disco, as parcerias e a liberdade de contar a própria história sem amarras comerciais

Karla Sthefany

COMPARTILHE WhatsApp Icon Facebook Icon Flipboard Gmail
Celo Dut - Foto: Reprodução/YouTube
Celo Dut - Foto: Reprodução/YouTube

Sem filtro e sem tentar caber em fórmula nenhuma. Em Rei das Ruas, novo álbum que chega no dia 17 de setembro, o rapper Celo Dut conta a própria história, coloca na música o que viveu e a forma como enxerga o mundo.

Na redação da Rolling Stone Brasil, no Rio de Janeiro, ele falou sobre a liberdade criativa do projeto, as parcerias do disco e uma fase que considera especialmente verdadeira em sua trajetória.

Uma história contada em música

Antes do lançamento do álbum, Celo Dut apresentou ao público a parceria com BK, “Instinto Frágil”. A faixa antecipa uma das características centrais de Rei das Ruas: a construção de uma narrativa baseada na própria trajetória do rapper.

“Essa música traz justamente a profundidade que o disco foi concebido, que é a ideia de contar a minha própria história através da minha música”, explicou Celo à Rolling Stone Brasil.

Segundo ele, “Instinto Frágil” representa o começo dessa narrativa. “Essa música, ela caracteriza a parte da infância do personagem, o início do disco, onde tudo começa, e ao longo do disco esse desenrolar vai acontecendo”, contou.

O próprio título do álbum também está ligado à história que Celo pretende apresentar. Rei das Ruas estabelece, segundo o rapper, uma associação com Exu e Xangô, orixás que, em suas palavras, regem sua vida em diferentes momentos.

“Então, a ideia era fazer uma ligação entre eles e a mim mesmo no sentido de a minha história”, afirmou.

Parcerias que completam a narrativa

Entre as participações do disco está Liniker, na faixa “It’s Fine”. Para Celo, a presença da cantora surgiu de uma identificação imediata com o que a música pedia.

“Quando essa música ficou pronta, a minha parte, era quase que inevitável, assim. Não estar ali ouvindo a voz dela ali em cima já, conseguir imaginar mesmo aquela coisa que você quase vê na sua frente, de tão fácil de você conseguir visualizar”, explicou.

Depois de entrar em contato com Liniker, o rapper recebeu uma resposta positiva. “Ela, quando ouviu, curtiu muito. E quando mandou, eu só tive a certeza de que era isso mesmo, era para ser ela”, lembrou.

Um álbum sem amarras

Mais do que reunir novas músicas e participações, Rei das Ruas representa para Celo Dut uma mudança na maneira de criar. O rapper descreve o projeto como sua primeira iniciativa feita sem a preocupação de atender a uma agenda comercial ou a pressões externas.

A experiência, segundo ele, foi difícil de resumir em uma única palavra, mas “libertador” chegou perto.

“Ainda é indescritível, assim. Existem muitas palavras que eu poderia usar, mas eu acho que uma boa é realmente libertador”, afirmou.

Para Celo, esse processo também passou por uma relação diferente com a própria música. “É quando você chega num lugar de autoconhecimento seu, e consequentemente da sua música, e você se liberta, você passa até a gostar mais dela, porque você sai de um fator de comparação.”

O resultado, na visão do rapper, é deixar de medir o próprio trabalho a partir de referências externas. “E aí sua música para de deixar de ser insuficiente para ser a coisa mais incrível que você já fez. Então, eu acho que é libertador.”

Rei das Ruas chega em 17 de setembro, às 21h.

LEIA MAIS: Ancestralidade, ira e o futuro: Baco Exu do Blues entrevista Celo Dut, Celo Dut entrevista Baco Exu do Blues

Karla Sthefany

Karla Sthefany é formada em jornalismo e já foi repórter em diversos sites de entretenimento, como o Observatório dos Famosos, Entretê Spin OFF e NerdWeek. Hoje atua como repórter na CARAS Brasil, na Contigo! e na Rolling Stone Brasil. Apaixonada por música, cinema e livros. Críticas ou sugestões: [email protected]

View the original on Rolling Stone Brasil

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.