TSE pressiona Meta a demonstrar tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
A campanha alertou, entre outras questões, para uma "seletividade algorítmica" na ferramenta de inteligência artificial do WhatsApp, que supostamente se recusaria a gerar conteúdo eleitoral de Lula, mas não de Flávio.
A Meta negou favorecer qualquer candidato na disputa eleitoral. A empresa admitiu falhas, como a desativação por engano de anúncios da campanha de Lula, mas as atribuiu a "incidentes" técnicos que não afetaram apenas o Brasil.
Dezenas de apoiadores de Lula protestaram nesta segunda-feira em frente à sede da Meta em São Paulo, com imagens e palavras de ordem contra Mark Zuckerberg, cofundador e diretor-executivo da empresa, e o presidente americano, Donald Trump.
"Não confio em quase nada que eu vejo ultimamente" nas plataformas da Meta, disse à AFP a designer Lilian Doring, de 47 anos.
"Meta fora do Brasil" e "Zuckerberg, o Brasil te odeia" eram algumas das mensagens exibidas pelos manifestantes.
- "Descumprimento" -
Durante a campanha, Lula afirmou que o governo dos Estados Unidos tenta interferir no pleito em favor de Flávio Bolsonaro, cujo pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (2019-2022), é aliado de Donald Trump.
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