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Tuesday, September 22, 2026

Em evento com jovens influenciadores, Cury promete 'revolucionar' turismo, educação, medicina e agricultura

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“Vamos trazer milhões e milhões de pessoas para o Brasil, o Brasil turístico. Duas Black Weeks, ou seja, vamos fazer duas semanas por ano, uma em cada semestre, onde vamos fazer convênios com as companhias aéreas, com os restaurantes, com os hotéis, para trazer pessoas para conhecer esse Brasil maravilhoso", afirmou.

E ressaltou: "O Brasil só recebe 9 milhões de turistas. O México recebe cinco vezes mais. A Espanha, dez vezes mais. Isso não é possível. Então vai haver uma revolução no turismo, vai haver uma revolução na educação”.

Na educação, Cury disse que pretende transformar o ensino médio em ensino técnico. “Vamos transformar o ensino médio no ensino técnico, pois 80% dos jovens não fazem o ensino técnico, dos 7,3 milhões de jovens no ensino médio. E também vamos passar por uma revolução na medicina, uma revolução na agricultura”, declarou.

Para o agronegócio, o candidato afirmou que pretende dobrar a produção de alimentos nos próximos 10 anos. “Porque, se nós não fizermos, se nós não alimentarmos pelo menos 2 bilhões de seres humanos, nós sempre vamos estar diante da China e da Índia como servos, e não como líderes que olham de igual para igual.”

Em outra parte do encontro, ao falar sobre seus planos para o agronegócio, Cury afirmou que pretende aumentar a produção de 350 milhões para 700 milhões de toneladas em dez anos e verticalizar a produção.

“Meu plano é o mais robusto. O agro produz 350 milhões de toneladas. Nós pretendemos incentivar tanto para passar para 700 milhões em 10 anos. E verticalizar. Ao invés de vender a soja e o milho in natura, vamos montar frigoríficos em todo o Nordeste, em todo o Centro-Oeste para vender a proteína. Vender suínos e vender frangos. Isso vai baratear os alimentos no Brasil e vai revolucionar nossa pauta de exportação.”

Segundo Cury, o setor enfrenta dificuldades de lucratividade e custeio.

“O agro está de joelhos hoje porque não consegue sobreviver. Eles têm lucratividade de 5% e pagam 20% de custeio. Isso é um absurdo. Isso está quebrando em massa o agro e nós precisamos abraçar. Eu sou do agro, eu nasci no agro, eu vivi no agro. Eu não apenas sou um agricultor da mente humana, como psiquiatra publicado em mais de 90 países. Mas sou um agricultor real. Temos vários projetos como citricultura, grãos, temos projetos também de seringueira e assim por diante.”

Microempresas

Cury também falou sobre a criação de microempresas e afirmou que pretende dividir o BNDES em dois bancos: um voltado para grandes empresas e outro para microempresas. Segundo o candidato, o banco só tem servido "até agora aos grandes empresários".

"E é um crédito subsidiado. Por que não aos microempreendedores? Vou dividi-lo em dois na primeira semana. O Banco da Grande Empresa e o Banco da Microempresa. E vamos ter, nas comunidades ou favelas, uma agência do banco empreendedor para realizar o sonho desses jovens, inclusive em cada escola pública. E, se o governo for responsável fiscalmente, e o meu governo será responsável fiscalmente, nós vamos abaixar esses juros.”

O candidato afirmou que a redução dos juros poderia liberar recursos para ampliar o financiamento de pequenos negócios.

“Não sei se você sabia, a cada 1% a mais na taxa Selic nós gastamos mais de R$ 100 bilhões para financiar o déficit público e a dívida pública. Então, se nós formos responsáveis, trazendo em um a dois anos os juros para 5% a 6% ou 4% a 5%, vai sobrar dinheiro para nós financiarmos não apenas 10 milhões de microempresas, mas talvez 15 milhões de microempresas. Vai ser uma revolução.”

Quaest, 1º turno: Lula, 37%; Flávio Bolsonaro, 33%; Cury, 6%; Caiado, 4%; Renan, 3%; Zema, 1%

Quaest, 1º turno: Lula, 37%; Flávio Bolsonaro, 33%; Cury, 6%; Caiado, 4%; Renan, 3%; Zema, 1%

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