AGU aciona STF para perda do cargo de Marco Buzzi, do STJ, por assédio

Em fevereiro, ela prestou depoimento no CNJ. Ao Conselho Nacional de Justiça, a vítima disse que não poderia deixar de denunciar o episódio, mesmo se tratando de uma autoridade. Buzzi também responde a processo criminal no STF (Supremo Tribunal Federal) —o caso está na corte por se tratar de uma autoridade com foro.
Após o caso se tornar público, Buzzi foi acusado por uma segunda mulher. A vítima, uma funcionária terceirizada, segundo a colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo, contou que Buzzi a assediou em diversos ambientes, como o gabinete dele, os corredores e a biblioteca do STJ.
Em carta aos colegas do STJ em fevereiro, Buzzi afirmou que demonstraria sua inocência. "De modo informal, soube de fatos contra mim imputados, os quais igualmente repudio. Tudo está causando mágoas às pessoas da minha família e convivência", declarou.
A defesa de Buzzi chegou a apresentar um relatório urológico. O documento apontou uma disfunção erétil e foi usado para comprovar a inocência do ministro.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.