ESPNAfter another playoff disappointment, what's next for Fever?ESPN DeportesGignac vs Cardozo, ¿qué lugar ocupan entre extranjeros?The Jerusalem PostUnited grounds pilot who praised October 7 massacre after reports of reinstatement - reportInquirerIlocos Sur’s 9th most wanted person fallsZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFUOLJustiça Federal suspende liminar que adiava derrubada de bet até fim das eleiçõesSouth China Morning PostTrump slams Norway and Nobel committee after missing out on Peace Prize中国新闻网两部门联合发布依法惩治文物犯罪典型案例The Sydney Morning HeraldAlbanese dips toe back into comedy after ‘melon’ podcast gaffeSözcüSosyal medyaya yeni düzenleme! Resmî Gazete'de yayımlandıNew Straits TimesBrazil police rescue 13 children held hostage, assailant deadConsequenceGeordie Greep Denies Rape Allegation During Vancouver Concert [Updated]
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 10, 2026

Como A Caça ao Estripador se transformou numa peça de teatro

Translate
*|IF:W_HEADER = TRUE|*

Caro assinante,
Está a receber esta nova Newsletter enquanto conteúdo exclusivo para assinantes. Caso não queria continuar a recebê-la, clique aqui. Esperamos que goste!

*|END:IF|*

O podcast plus A Caça ao Estripador de Lisboa foi ouvido mais de um milhão de vezes — um sucesso assinalável, que não espanta, (vamos escrever isto com a humildade possível), tendo em conta a força narrativa da história e a sofisticação estética com que a nossa equipa talentosa a apresentou.

Um só homem ouviu cem vezes, sem exagero — o que já pode parecer um pouco mais inusitado. É Simão Biernat, o encenador que adaptou a investigação do Observador para construir, ao longo do último ano e meio, uma peça de teatro imersivo, que desafia todos os ouvintes a mergulharem na história de uma forma surpreendente.

O primeiro desafio foi encontrar um espaço. Não poderia ser num teatro clássico, porque a história não cabe num palco — mas, mais importante ainda, o público também não. Após três hipóteses de locais estudados pela Kilt, agência parceira do Observador neste projeto, surgiu o parque de estacionamento da Comunidade Hindu, na zona de Telheiras, em Lisboa. São 1.500 metros quadrados, que permitirão aos espectadores circularem por 12 cenários — e num deles até podem ser desafiados a jogar bingo.

Outro desafio foi o casting: cada actor terá de interpretar mais do que uma personagem; teremos dez actores e 20 personagens no total (incluindo as 3 vítimas e os 13 suspeitos). Muitos já tinham ouvido o podcast, mas todos tiveram de o ouvir outra vez, para entrarem na história que vão interpretar.

Terceiro desafio: a adaptação do guião, que já teve 28 versões. A peça baseia-se em factos verídicos, mas é um complemento do podcast. Não é preciso ter ouvido para compreender a peça, mas quem ouviu terá quase garantida uma satisfação adicional.

No dia em que forem assistir, os espectadores terão de guardar uma distância de segurança de um metro em relação aos actores nos vários cenários. E terão de se vestir de preto, para não se confundirem de forma alguma com os actores, que devem ser facilmente identificados pelas cem pessoas do público que poderão deambular pelos cenários em cada noite.

Se está intrigado com esta peça imperdível, antes de começar a pensar na roupa preta que vai vestir, recomendo que compre aqui o seu bilhete antes que esgote. Só haverá espectáculo nas noites de quinta a sábado até 19 de dezembro. E já há várias noites em que o site de venda indica que há elevada procura.

Talvez lhe tenha escapado

Opinião

Fotografia do Colunista

Há dias, um político conservador inglês vindo diretamente do século XVIII derrotou um dos símbolos da nova direita americana. Ficou provado para lá de qualquer dúvida: a direita não é toda igual.

Fotografia do Colunista

A associação com o radicalismo islâmico, em regiões de grande migração muçulmana, deu à extrema-esquerda uma força como nunca teve desde os anos 1970

Fotografia do Colunista

Primeiro os socialistas de Pedro Sánchez acolheram no Governo os extremistas do Podemos. Depois as políticas e o discurso do extremismo tornaram-se na bóia de salvação de um poder cansado e corrupto.

Fotografia do Colunista

O Presidente pede entendimentos que garantam estabilidade governativa na resolução dos problemas. Um apelo que parece o mesmo que manifestar desejos de paz para o mundo.

Fotografia do Colunista

O futuro de que o Presidente da República não se cansa de falar é muito semelhante ao futuro publicitário dos slogans e dos cartazes eleitorais, um futuro sem substância.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.