Sem consenso no Conselho de Segurança, sucessão do secretário-geral segue em aberto na ONU
Na votação de sexta-feira, realizada a portas fechadas, os Estados-membros atribuíram anonimamente a cada candidato uma das três classificações possíveis: "encoraja", "desencoraja" ou "sem opinião".
Pela primeira vez desde o início desse processo eleitoral, considerado complexo e pouco transparente, os votos dos cinco membros permanentes foram identificados por cores.
Com nove votos de "encoraja", Rebeca Grynspan permanece na liderança. No entanto, recebeu também cinco votos de "desencoraja", dois deles de membros permanentes, além de um voto "sem opinião".
Logo atrás aparece o atual diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o argentino Rafael Grossi, de 65 anos, com oito votos de "encoraja", seis de "desencoraja", incluindo dois de membros permanentes, e um "sem opinião".
Na terceira posição está Carolyn Rodrigues-Birkett, de 53 anos, ex-ministra das Relações Exteriores da Guiana (8-6-1), seguida pelo ugandense Olara Otunnu, de 76 anos, ex-representante especial da ONU para Crianças e Conflitos Armados (4-10-1).
Nas últimas posições aparecem o ex-presidente do Senegal Macky Sall, de 64 anos (5-10-0), a ex-ministra das Relações Exteriores e da Defesa do Equador María Fernanda Espinosa, de 62 anos (3-9-3), e a diplomata equatoriana Ivonne A-Baki, de 75 anos (1-14-0).
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