PunchEPL: João Pedro wins EA Sport Premier League August player awardDaily MaverickTHE GATHERING 2026: ‘Not too late to turn around SA’s municipalities with the right people in charge’CNN TürkESMA'dan piyasa uyarısı: Ani düzeltme riski artıyorThe Jerusalem PostRosh Hashanah: The time to look inward and reveal what is unseenInquirerDOJ respects court decision as Sara Duterte arraignment deferredוואלהבכיר בממשלת תימן: החות'ים השתלטו על האי האסטרטגי מיוןInquirer EntertainmentPH-Australian film ‘First Light’ chosen as Australia’s official entry to 2027 OscarsBollywood HungamaSagar Pictures Entertainment unveils first teaser poster of Shrimad Bhagavatam Part I: titled VishnurataScreen RantDungeon Crawler Carl: Crawler Chaos Officially Lands November 2026CBS NewsWoman who answered first 9/11 call meets flight attendant's family 25 years laterColliderDenzel Washington’s Forgotten ‘Se7en’ Replacement Officially Takes Over NetflixSCMP ChinaSingapore and mainland China top global student assessment as OECD scores hit record low
The Daily Newsstand · Free, Always
Friday, September 11, 2026

PT aposta em Dark Horse para dar gás na campanha e evita 'FlaxFlu' do STF

Translate

Nos bastidores, no entanto, o clima é de indignação com a atuação do ministro Mendonça, a quem os dirigentes reputam partidarismo e tentativa de influir no processo eleitoral a favor de Flávio. "Ele cruzou uma linha. Uma coisa é ele ser um ministro que enfrenta o grupo de Alexandre e do Gilmar [Mendes] no STF, que questiona práticas que esses fizeram. Outra coisa é ele atravessar o Rubicão e virar um ativo da campanha do Flávio Bolsonaro", afirmou à coluna um ministro do presidente.

A ideia do chacoalhão é porque outra análise dá conta de que o campo da esquerda acreditava ser mais fácil derrotar Flávio Bolsonaro, mas os seguidos atos no STF se sobrepuseram e a distância entre Flávio e Lula diminuiu pesquisa a pesquisa. Na avaliação da coordenação, não é que Flávio Bolsonaro tenha sido subestimado, mas a campanha acabou subestimando o nível de dificuldade desse enfrentamento.

"A campanha não se define só pelo adversário, a campanha se define por uma eleição muito polarizada, como tem sido no mundo inteiro, como tem sido na América Latina", avaliou o auxiliar do presidente.

A coordenação da campanha quer usar o 13 de setembro, domingo, como uma data de mobilização nacional pró-Lula em todos os estados. A ideia não é fazer um evento de massa, mas mostrar um "volume de campanha pulverizado pelo país". "Fazer o que a gente sabe fazer melhor, que é mobilizar a nossa base social, mobilizar a nossa militância, disputar voto e dialogar com os indecisos", afirmou o dirigente lulista.

Pela análise da campanha, Flávio Bolsonaro não tem "lugar de fala" dentro da cantilena da direita, que é a questão da segurança pública e o combate à corrupção. Sobre a segurança pública, os petistas atacam o bolsonarista destacando sua ligação com nomes da milícia, e sobre corrupção, a ordem é avançar cada vez mais no fato de que Flávio pediu mais de R$ 130 milhões a Daniel Vorcaro, recebendo mais de R$ 60 milhões, supostamente para financiar Dark Horse, a cinebiografia de seu pai, Jair Bolsonaro.

View the original on UOL

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.