El ComercioIrán busca evitar una nueva guerra con EE.UU.: ¿qué concesiones nucleares estaría dispuesto a hacer?PunchASUU awards N1.1m scholarships to 11 UI studentsDaily MaverickYemen’s Houthis deny launching drone after coalition reports interception in Mecca regionInquirer5,000 security troops fielded for Undas in Zamboanga PeninsulaInquirer EntertainmentKris Aquino on relationship with Marcoses: ‘They’ve been very respectful’CNN TürkFon yatırımcısına ara ödeme başlıyor: Öncelik hangi fonların, üst sınır ne?The Jerusalem PostFrance reimposes restrictions on Israeli defense firms at Euronaval 2026ESPNTransfer rumors, news: Man United eye move for Leeds' Calvert-Lewin in JanuaryBollywood HungamaMohit Malik on playing Birju Lohar in Mirzapur The Movie: “We cannot approach a character by simply deciding whether he is good or bad”Straits Times SportCosmic Speed will be hard to catch in Race 7ZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDF20 MinutenGanz ruhig klaut diese Barbesucherin eine Tischlampe
The Daily Newsstand · Free, Always
Friday, October 30, 2026

Entre revoluções e barracos na TV, a receita é dar carga

Translate

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Olha, o Bruno fica sempre com tosse a esta hora.

Estás com um problema?

Não, está tudo bem.

Antes de lá, Paulo?

Vamos lá.

Vamos lá, Paulo.

Vamos lá à fruta da época. Vamos andar pelos extremos hoje. Dizem que os extremos se tocam. Eu acho que aqui até fazem conchinha, sinceramente, os extremos um com o outro. Ora bem, na terça-feira, em frente ao Parlamento, lutou-se por quê e para quê?

E é isso que nós queremos construir. Queremos mobilizar a classe trabalhadora, mas queremos também construir uma alternativa comunista. E é isso que nós estamos aqui a fazer, a construir uma organização de comunistas revolucionários que guiem a classe trabalhadora e que sejam liderança para pôr, de uma vez por todas, esse sistema no lugar onde ele pertence, no lixo da história. Junta-te aos comunistas revolucionários, aqui em Portugal e no mundo inteiro. Nós pertencemos à Internacional Comunista Revolucionária e vamos na galge com a revolução comunista.

Ora bem, Francisco Gomes, deputado do Chega, tem um modo muito próprio de lidar com isto.

Sabem o que essa gente merece? Encostem-lhes à parede! Encostem-lhes à parede e carga em cima deles, senhor primeiro-ministro.

Era só .

Era só estar à parede.

Estava em loop. Claro. Ora bem, no ensino também há protestos. Enfim, chegamos aqui à conclusão que as aulas dão muito trabalho.

Com nove anos, no quarto ano e no sexto, alunos a terem de fazer provas que os estressam, que os sobrecarregam com explicações, com mais horários, com mais estudo. Eu, agora, no 12º, no secundário, a ter de fazer mais explicações, sobrecarga horária. Muitos alunos do ensino público não têm condições para pagar explicações e, por conta disso, muitos alunos dos colégios privados têm 19 e 20 valores nos exames, enquanto nós do público temos notas mais baixas, por conta da falta de financiamento do ministério, do governo de direita, do governo do Montenegro, para o ensino público.

Ora bem, o que fazer com isto? Qual é a receita?

Sabem o que essa gente merece? Encostem-lhes à parede! Encostem-lhes à parede e carga em cima deles.

É revolução.

É revolução. Ora bem, se a extrema-esquerda ocupa espaços públicos, com o problema que sabemos, já a extrema-direita prefere, obviamente, espaços privados. O Reconquista foi para a Universidade de Coimbra e o reitor não gostou nada disso.

Permita-me a sugestão que seria positivo que zelasse também pelo extremismo que grassa aqui na sua universidade, nomeadamente com alunos de extrema-esquerda a ameaçar os outros de morte.

Ou saem ou chama a polícia. A Universidade de Coimbra não defende nada que tenha a ver com intolerância.

Então defende que os fascistas devem ser mortos, é isso?

Não vá por aí.

Não, mas é que essa é que foi a intolerância que ouvimos hoje, não foi intolerância da minha parte.

Não, vocês vieram para aqui para um espaço que não é público, é privado, é da universidade.

O espaço é privado, coisa que acabou por se resolver sem chamar a polícia, mas lá está. Há sempre problemas quando se ocupam espaços que não são próprios. E quando estes extremos estão juntos no mesmo estúdio de televisão? Priscila Valadão, uma das dirigentes dos Rostos dos Acampamentos, esteve na televisão, debateu com o Rodrigo Tassa, do Chega.

Já não foi a primeira vez que eu ouvi algo parecido na SIC, em virtude de eu ser brasileira.

Não é nada disso, não seja falsa.

Cala a boca que agora sou eu que vou falar.

Calar a boca? Vai mandar calar a sua mãezinha. Aqui tem respeito.

Isso aqui é o seguinte, isso aqui não é uma conversa de TikTok.

Isto está gravado. A senhora sabe o que é que disse.

Você não pode tratar a vida das pessoas como se fosse de qualquer maneira.

A senhora não conhece lado nenhum. Esteja educada e respeitadora do país para onde veio.

Agora você vai falar com excelência da minha vez.

Respeite o país. Esqueladinha, respeite o país para onde veio. Está mal? Vá para o teu país.

Isto não começou bem.

Para dizer o mínimo.

Mas no decorrer do debate pode ser que se componha, não?

Olhe, desculpa, mas você pode falar assim com quem você quiser.

Falo consigo a partir do momento em que trata com respeito ao meu país. A senhora não falta o respeito ao meu país. Não falta o respeito ao meu país. Ao meu país não faltam o respeito. Não faça cara feia que eu não tenho medo de você.

Bem.

Ninguém tem medo de ninguém ali.

Que violência.

Parece que não há a mesma forma de se entenderem.

Todos os dias, eu, assim como milhares de imigrantes nesse país, Portugal, que por acaso é a terra dos meus avós.

Tá bem, isso é conversa da treta.

É conversa da treta.

Eu no Brasil também tenho familiares. Vá para frente.

É bom você dizer isso, porque os portugueses que estão na Suíça, os filhos deles-

Respeitam quem lá está. Respeitam quem lá está.

Você não sabe de nada.

Não sabe você vir aí ensinar a mim agora o que é Portugal.

Bom, isto não está funcionando, estão falando de imigração. Vamos tentar a educação, por exemplo.

Vamos tentar, sim.

Olha, desculpa, eu vou dizer uma coisa. Tanto dinheiro familiar e tanto dinheiro público gasto para o senhor estudar para ser advogado, para vir aqui falar tanta besteira. Sinto muito.

A senhora não tem nada a ver com isso.

Agora tem mais uma coisa que eu vou dizer que agora é minha vez.

A senhora não tem nada a ver com o dinheiro que eu gastei para estudar ou não. O que eu estudei não foi à conta do dinheiro público.

E fica clarinho para quem ouve.

É claro, sim. Percebemos as ideias de cada um. E cabe uma certa convergência, pelo menos em discutir. Bom, isso só se resolve, de facto, com medidas drásticas.

Sabem o que essa gente merece? Encostem-lhes à parede! Encostem-lhes à parede e carga em cima deles.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.