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Wednesday, October 14, 2026

Trump anuncia exploração de petróleo e gás na Gronelândia

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O Presidente norte-americano Donald Trump anunciou esta quarta-feira que o seu país se prepara para iniciar uma exploração em larga escala de petróleo, gás e minerais na Gronelândia.

“A exploração em larga escala de petróleo, gás e minerais está prestes a começar na nossa bela e nova Gronelândia!”, declarou Trump numa mensagem na sua plataforma de redes sociais, Truth Social, na qual descreveu também o território como crucial para a segurança do seu país e da Europa.

Segundo Donald Trump, os especialistas acreditam que as reservas de petróleo “de fácil acesso” da Gronelândia são “muito maiores do que as de quase qualquer outro território do mundo”.

Além dos recursos energéticos, Trump considera a Gronelândia insuperável do ponto de vista da segurança defensiva e ofensiva dos EUA e da Europa.

“Qualquer ataque futuro contra os Estados Unidos terá de passar pela Gronelândia, onde as nossas Forças de Defesa abaterão sistematicamente drones, mísseis ou qualquer outra forma de armamento. Isto dá-nos tempo, localização e campo de visão como nenhum outro lugar no mundo”, disse.

O anúncio de Donald Trump surge apenas três semanas depois de o seu país, a Dinamarca e a Gronelândia terem assinado, à margem da Assembleia Geral da ONU, o acordo de segurança após as ameaças do Presidente norte-americano de invadir a ilha ártica.

[Annie conhece o ministro do Interior de Cuba há muito tempo, mas a paixão que os une é relativamente recente. É justamente nessa altura que Zé Manel, como ela lhe chama, vai ser implicado num dos maiores escândalos da liderança de Fidel Castro. O “Caso Ochoa” envolve droga, fuzilamento, prisão e o narcotraficante mais conhecido do mundo: Pablo Escobar. Já pode ouvir o quinto episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]

O documento foi assinado numa cerimónia que contou com a presença de Trump, da primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, e do primeiro-ministro da Gronelândia, Jens-Frederik Nielsen.

O pacto garante aos Estados Unidos uma presença militar permanente na ilha e impede o acesso da Rússia e da China, respeitando a soberania da Dinamarca sobre o território autónomo e o direito da Gronelândia à autodeterminação.

Trump, que durante o seu primeiro mandato (2017-2021) já demonstrava interesse por este território autónomo dinamarquês, gerou tensões significativas com a Gronelândia, a Dinamarca e a restante NATO no início deste ano ao sugerir a possibilidade de uma invasão militar da ilha.

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