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Tuesday, September 22, 2026

Morre Ademar Ayres do Amaral, escritor e fundador da Academia Artística e Literária de Óbidos

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Engenheiro civil e escritor obidense tinha trajetória marcada pela literatura, pelo jornalismo e pela valorização da cultura amazônica. Ele morreu nesta segunda-feira (21), em Belém.

  • O engenheiro civil e escritor Ademar Ayres do Amaral morreu nesta segunda-feira (21), em Belém. Ele foi o fundador da Academia Artística e Literária de Óbidos [1].

  • Nascido em Óbidos, ele se formou na UFPA em 1972 [1]. Ele iniciou a produção literária em 1976 e publicou seu primeiro livro em 1984 [1].

  • O escritor venceu prêmios como o Terêncio Porto, em 2005 [1]. Ele se inspirava nas paisagens e vivências da infância na Amazônia para suas obras [1].

O engenheiro e escritor Ademar AYres do Amaral era membro fundador da Academia Artística e Literária de Óbidos — Foto: Portal Amazon Pauxis

O engenheiro civil e escritor Ademar Ayres do Amaral, membro fundador da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO), morreu nesta segunda-feira (21), em Belém. Ele era uma das principais referências da literatura e da cultura de Óbidos, no oeste do Pará.

Nascido em Óbidos, Ademar passou a infância em uma fazenda na região e estudou em Santarém antes de se mudar para Belém, em 1964. Aqui, deixou vários amigos.

Na capital paraense, formou-se em engenharia civil pela Universidade Federal do Pará (UFPA) em 1972, mas foi na literatura que encontrou sua grande paixão.

O escritor começou a produzir contos e crônicas em 1976. Quatro anos depois, recebeu uma menção honrosa da Academia Paraense de Letras (APL). Em 1984, publicou seu primeiro livro, "A Encomenda e o Deputado". Ao longo da carreira, conquistou prêmios importantes, como o Terêncio Porto, em 2005, e o concurso de contos da Assembleia Paraense, em 2006.

Ademar também foi um dos idealizadores e fundadores da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO), criada para valorizar os escritores da terra. Conhecido pelo bom humor e pela facilidade em contar histórias, ele usava as paisagens e as vivências da infância na Amazônia como inspiração para suas obras.

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