Morre Ademar Ayres do Amaral, escritor e fundador da Academia Artística e Literária de Óbidos

Engenheiro civil e escritor obidense tinha trajetória marcada pela literatura, pelo jornalismo e pela valorização da cultura amazônica. Ele morreu nesta segunda-feira (21), em Belém.
-
O engenheiro civil e escritor Ademar Ayres do Amaral morreu nesta segunda-feira (21), em Belém. Ele foi o fundador da Academia Artística e Literária de Óbidos [1].
-
Nascido em Óbidos, ele se formou na UFPA em 1972 [1]. Ele iniciou a produção literária em 1976 e publicou seu primeiro livro em 1984 [1].
-
O escritor venceu prêmios como o Terêncio Porto, em 2005 [1]. Ele se inspirava nas paisagens e vivências da infância na Amazônia para suas obras [1].
O engenheiro e escritor Ademar AYres do Amaral era membro fundador da Academia Artística e Literária de Óbidos — Foto: Portal Amazon Pauxis
O engenheiro civil e escritor Ademar Ayres do Amaral, membro fundador da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO), morreu nesta segunda-feira (21), em Belém. Ele era uma das principais referências da literatura e da cultura de Óbidos, no oeste do Pará.
Nascido em Óbidos, Ademar passou a infância em uma fazenda na região e estudou em Santarém antes de se mudar para Belém, em 1964. Aqui, deixou vários amigos.
Na capital paraense, formou-se em engenharia civil pela Universidade Federal do Pará (UFPA) em 1972, mas foi na literatura que encontrou sua grande paixão.
O escritor começou a produzir contos e crônicas em 1976. Quatro anos depois, recebeu uma menção honrosa da Academia Paraense de Letras (APL). Em 1984, publicou seu primeiro livro, "A Encomenda e o Deputado". Ao longo da carreira, conquistou prêmios importantes, como o Terêncio Porto, em 2005, e o concurso de contos da Assembleia Paraense, em 2006.
Ademar também foi um dos idealizadores e fundadores da Academia Artística e Literária de Óbidos (AALO), criada para valorizar os escritores da terra. Conhecido pelo bom humor e pela facilidade em contar histórias, ele usava as paisagens e as vivências da infância na Amazônia como inspiração para suas obras.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.