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Wednesday, October 7, 2026

Rogério Marinho é levado a hospital em Brasília após mal-estar

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O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), teve um mal-estar nesta terça-feira (6) e foi levado ao hospital DF Star, em Brasília, para avaliação médica.

Segundo nota enviada pela assessoria do senador, Marinho "passa bem e aguarda o resultado de exames". A campanha do presidenciável voltava da agenda de campanha em Goiânia, onde se reuniu com o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), para consolidar o apoio do presidenciável à Flávio no segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A comitiva voltou de avião para Brasília, no entanto, a agenda do dia teve mais compromissos. Pela manhã, Marinho se reuniu com ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), em especial, com o presidente da Suprema Corte, ministro Edson Fachin.

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Durante a conversa, informou ao magistrado que a nova composição do Senado Federal não se omitirá em caso de crime de responsabilidade cometido por ministros do Supremo. Após o pleito de domingo (4), a bancada do PL no Senado - a casa responsável por julgar membros do STF - cresceu para 28 senadores, consolidando o discurso do partido de ameaçar o prosseguimento de processos de impeachment.

Segundo ele, não há “espírito de vingança”, mas um objetivo é “reconstruir o país” e garantir que a separação entre os Poderes seja efetivamente respeitada.

“Deixamos claro que, na hora que houver algum crime de responsabilidade por um ministro do STF, o Senado não vai se omitir. E hoje ele tem se omitido”, disse.

Segundo o próprio coordenador da campanha de Flávio, a agenda da semana pós primeiro turno foi e ainda será mais cheia. O senador se reuniu com os representantes da Federação União Progressista (União Brasil e PP) para consolidar o apoio do bloco parlamentar a Flávio no segundo turno. Antes, se posicionaram pela neutralidade no confronto entre o filho de Jair Bolsonaro (PL) e o presidente Lula.

Marinho ainda deve contatar o deputado federal Marcos Pereira, presidente do Republicanos, para sacramentar os caciques do Centrão em sua chapa presidencial.

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