Dark Horse: PF indica que documentos foram manipulados após operação
A PF (Polícia Federal) indicou que houve indícios de manipulação de documentos após a Operação WiFi Livre, da Polícia Civil do Estado de São Paulo, deflagrada em junho deste ano. A investigação mirou o Instituto Conhecer Brasil, de Karina Ferreira da Gama, proprietária da produtora Go Up, responsável pelo filme "Dark Horse", cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL).
A informação consta na decisão de Flávio Dino, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), que autorizou a operação da PF realizada nesta quinta-feira (10). Um dos alvos foi o deputado federal Mario Frias (PL-SP).
"Os indícios de manipulação documental surgiram justamente após a deflagração da operação policial e durante o desenvolvimento das atividades de auditoria, revelando dinâmica investigativa em evolução e sugerindo a existência de comunicações, arquivos eletrônicos, versões de documentos, registros de edição e armazenamentos em nuvem produzidos posteriormente à primeira diligência. Em outras palavras, parte relevante da prova procurada sequer existia ou não era conhecida quando da busca realizada em junho de 2026", diz trecho do despacho.
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