EUA: Pentágono cria plano para barrar 'ameaças estrangeiras' nas eleições

Comando Cibernético vai liderar as ações. O órgão e as agências de apoio devem coletar e produzir informações sobre ameaças estrangeiras ao pleito, "dentro dos limites da lei e das normas do departamento".
Pentágono diz que medida atende a promessa de Trump. Departamento afirma que o republicano tem o compromisso de "garantir a integridade das eleições".
Secretário chama proteção das eleições de missão que não pode falhar. Segundo Hegseth, todo o setor de inteligência deve agir para garantir a lisura eleitoral e para que todo eleitor possa votar sem intimidação de agentes estrangeiros. "Na América, o povo governa — e precisamos garantir que sua voz permaneça soberana, segura e totalmente intacta", diz no documento.
O que diz o Pentágono
Porta-voz Sean Parnell afirma que trabalho será feito com estados e municípios. Segundo ele, o Comando Cibernético e as equipes de inteligência vão atuar com parceiros federais, estaduais e locais para "expor influências estrangeiras malignas", sem ferir as liberdades fundamentais dos americanos. "Eleições livres e justas são a base da nossa república", disse.
Ataques já fazem parte da rotina, diz comandante da NSA. "O Comando e a Agência combatem regularmente ações de agentes cibernéticos estrangeiros maliciosos, incluindo aqueles que têm a intenção de interferir em nosso processo democrático", afirmou o general Joshua M. Rudd.
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