Observadores internacionais comemoraram um primeiro turno sem sobressaltos

Não houve, nessas conversas, questionamentos ao sistema eleitoral. O tom foi bem mais tranquilo do que se viveu no encontro entre o candidato do PL e os embaixadores.
Também houve alívio pelo cuidado do governo dos Estados Unidos nos dias prévios as eleições. Ficou claro, disse um observador consultado pela coluna, que o presidente americano, Donald Trump, não queria brigar com Lula. O mais interessado na eleição brasileira, disse a fonte, é o secretário de Estado americano, Marco Rubio. "Trump tem outras preocupações", frisou a fonte.
Para o segundo turno, observadores acreditam que o fator chave será a participação. Não se descarta que o presidente Lula consiga virar o jogo, mas esse cenário é considerado o menos provável. "Se a participação aumentar, aumentarão as chances de Lula", concluiu um dos observadores consultados.
Nos próximos dias, as missões observadoras divulgarão relatórios sobre o primeiro turno das eleições. Em alguns casos, serão documentos mais técnicos, como o que será apresentado pela missão da OEA (Organização de Estados Americanos).
As missões retornarão ao Brasil antes do segundo turno, bem mais tranquilas do que chegaram para o primeiro.
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