Odair lamenta desfalques no Athletico e analisa fragilidade com bolas paradas no Brasileirão


Todos os gols de Vitória vs Athletico-PR
— Somar pontos numa competição de pontos corridos é sempre importante, principalmente fora de casa. Fizemos um jogo organizado e competitivo num gramado difícil — afirmou o técnico, em entrevista coletiva.
O treinador analisou como as mudanças forçadas no setor defensivo têm prejudicado a equipe em lances de bola parada.
— O setor defensivo é um setor que você consegue mais organização com o trabalho. Quando tem que mudar muito a estrutura, não só as características mudam, mas muda o entrosamento, muda a bola parada. Nós estamos sofrendo gols de bola parada — disse o treinador.
Para o jogo diante do Vitória, o treinador não teve os zagueiros Arthur Dias e Dantas, ambos no DM, e Carlos Terán, que está fora dos planos do clube. Com isso, Odair precisou acionar a base, e escalou Bruno Baldini como titular.
— Você está sempre trocando os jogadores que tem que defender a bola parada. Não é a melhor das situações perder esses jogadores, mas também isso oportuniza outros — afirmou.
No segundo tempo, outro jogador das categorias de formação foi acionado, o zagueiro Kauan Alemão. Os dois fizeram as primeiras partidas pela categoria profissional do Furacão.
Para Odair, mesmo com os problemas com desfalques, o Athletico tem conseguido manter a regularidade na competição. O Furacão é o quarto colocado no Brasileiro, com 54 pontos, e não sai do G5 nesta rodada.
— Às vezes acotecem mudanças, trocam muito as características e o time acaba perdendo equilíbrio. Nós, com todas essas coisas que acontecem, estamos mantendo uma regularidade de performance e de pontos — pontuou.
Odair Hellmann, técnico do Athletico — Foto: Fernando Moreno
Desempenho de Viveros
O treinador também falou sobre o desempenho do atacante Kevin Viveros na partida. O atacante passou em branco no Barradão e não marca há dois jogos pelo Furacão. Para Odair, o gramado e a marcação forte atrapalham o camisa 9.
— A gente produziu bastante situações para o Viveros, e a bola ajudava a prender um pouco mais. E ele é um jogador de velocidade, então aquele passe que ele da para conseguir algo a mais sempre trancava um pouquinho — analisou.
— A gente tem que olhar para os marcadores também , contra ele é agarra e puxa. Ele lutou, só nao conseguiu o último movimento, de uma bola um pouco mais rápida que escapasse. Com certeza nos próximos jogos vai fazer — emendou.
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