FMI diz que IA pode transformar 40% dos empregos no mundo

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Mundo IA na Rádio Observador, mais um episódio do jornal diário sobre as novidades do mundo da inteligência artificial. Está comigo a jornalista Teresa Freire. Teresa, vamos começar com as reuniões anuais de 2026 do FMI e também do Banco Mundial. E a IA esteve em destaque logo no primeiro dia.
Um encontro que arrancou hoje na capital da Tailândia e que só termina no domingo. A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional intervriu logo hoje. Kristalina Georgieva diz que a inteligência artificial vai afetar cerca de 40% dos empregos no mundo. Kristalina Georgieva, em Bangkok, na Tailândia. No mesmo painel, esteve o presidente do Banco Mundial. Ajay Banga defende que a inteligência artificial pode vir a criar mais oportunidades de trabalho nos países em desenvolvimento. Ajay Banga, no primeiro dia das reuniões anuais de 2026 do Fundo Monetário Internacional e do grupo do Banco Mundial.
E o CEO do TikTok espera que a inteligência artificial impulsione grandes avanços científicos e já durante os próximos três anos.
Em Cingapura, durante a conferência DBS Asia Future Forward, a Chew Shiu Chin acredita que a inteligência artificial vai fazer avançar cientificamente uma vasta gama de setores, como a física, a biotecnologia, a química e a ciência dos materiais. São declarações que surgem numa altura em que a empresa mãe do TikTok está a expandir a investigação em inteligência artificial. O CEO da rede social acredita que a evolução da inteligência artificial vai levantar questões importantes relacionadas com a forma como podem continuar a operar dentro dos limites éticos humanos. E argumenta que as consequências a longo prazo podem ser muito maiores do que as atualmente previstas.
Teresa, este sábado, o diretor-executivo da Microsoft fez uma longa publicação na rede social X, precisamente sobre inteligência artificial.
Satya Nadella pede que as empresas partam do princípio de que qualquer modelo avançado de inteligência artificial que utilizem pode estar comprometido e que, por isso, devem ser criadas, desde o início, medidas de prevenção. Nadella diz para as empresas pensarem nisso como um travão de emergência, para que as pessoas possam sempre pausar ou desligar um modelo ou uma função a meio de uma tarefa ou procedimento. O diretor-executivo da Microsoft insiste na ideia de que o sistema de superinteligência mais fiável não é aquele no qual mais confiamos, mas sim naquele no qual menos confiamos.
É o ponto final neste episódio. Voltamos amanhã à mesma hora com mais novidades sobre o mundo da inteligência artificial.
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