ESPN DeportesQué sabemos de los cargos contra Man CityPunchObi, Momodu condemn El-Rufai’s prolonged detentionDaily MaverickRETIRE IN STYLE: Over 60 and going places — how to see the world without roughing itThe Jerusalem PostUS investigating how sensitive F-35 parts diverted to Hong Kong ended up in China's hands - reportInquirerGroups to DOE chief: Quit over Visayas power woesESPNNBA Rank's hottest hot-button topics -- and what league execs think about the three-player battle for No. 1한겨레다이빙 김나현·문나윤, 여자 싱크로 10m 동메달…한국 역사상 첫 메달CNN TürkHAFTA SONU HAVA DURUMU NASIL OLACAK? 26-27 Eylül 2026 Yağışlar Devam Edecek mi? MGM Türkiye Hafta Sonu Hava DurumuSCMP ChinaChina’s first lady Peng Liyuan shines during Xi-Trump summit: everything you missedRapplerOpenAI works to understand full scope of agent activity as user data leak emergesn-tvWieduwilts Woche: Was in den Landtagen passiert ist, blüht ganz DeutschlandNew Straits TimesOpenAI AI agents go rogue, post 53 user images online
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, September 26, 2026

Análise: Trump pode usar relação com Xi para pressionar Putin

Translate

A cúpula de três dias entre o presidente americano, Donald Trump, e o mandatário chinês, Xi Jinping, encerrada com a partida do líder chinês da Base Conjunta Andrews rumo a Pequim, pode ter consequências diretas sobre o conflito na Ucrânia. Segundo a analista de Internacional da CNN Fernanda Magnotta, ao CNN 360º o encontro contou com uma agenda positiva e pode oferecer a Trump novas ferramentas para pressionar Vladimir Putin a avançar nas negociações de paz.

Segundo Magnotta, Trump chegou ao poder afirmando que resolveria a guerra da Ucrânia em 24 horas, promessa que fez parte de uma narrativa eleitoral e que não se concretizou.

"O presidente Trump chegou ao poder agora nesse governo alegando que resolveria a guerra da Ucrânia em 24 horas", afirmou a analista, acrescentando que Trump tem encontrado "grandes dificuldades de extrair compromissos concretos do lado de Putin", afirmou.

Leia Mais

China como peça-chave nas negociações

Diante desse impasse, envolver Xi Jinping representaria, nas palavras de Magnotta, "um movimento diferente do que foi feito até o momento em relação à Ucrânia".

A analista destacou que negociadores internacionais que acompanham de perto os esforços diplomáticos costumam apontar a China como "provavelmente o único ator externo com grande capacidade de pressionar Moscou".

Para ela, essa pode ser "a cartada mais relevante que o presidente Trump deu até esse momento".

A analista explicou que a relação entre China e Rússia se aprofundou consideravelmente ao longo da guerra, com a formalização de uma parceria estratégica.

Pequim passou a oferecer a Moscou uma alternativa ao Ocidente, fornecendo acesso a mercados, comércio, canais financeiros e funcionando como uma verdadeira válvula econômica e diplomática diante do isolamento imposto pelos Estados Unidos. É justamente essa influência que torna a China um interlocutor estratégico no conflito.

Magnotta lembrou ainda que o envolvimento chinês nas negociações é um pedido antigo do lado ucraniano.

"Já há algum tempo o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, tem pedido para o Trump para envolver o Xi", afirmou a analista. No entanto, resta saber se Xi Jinping estaria disposto a intervir e como Putin reagiria a essa eventual pressão.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.