Tifanny faz forte desabafo após banimento da CBV: “Não vou me calar”
A oposta Tifanny, do Osasco, desabafou nas redes sociais neste domingo (16) pela primeira vez após o banimento das competições da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).
A CBV havia divulgado, na última sexta-feira (14), a adoção de uma política que limita a elegibilidade no vôlei feminino exclusivamente a atletas do sexo biológico feminino.
Em um forte pronunciamento, Tifanny declarou que a CBV está "tirando tudo o que tem". Ela enfatizou que não vai se calar diante da nova regra, que considera um "enorme retrocesso na luta pelo reconhecimento e pela inclusão".
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A atleta destacou que a medida não afeta apenas a ela, mas também seu clube, torcida, patrocinadores e as pessoas trans que se inspiram em sua trajetória. Tifanny garantiu que tomará "todas as medidas possíveis" para que sua luta por visibilidade, inclusão e a prática do esporte não seja em vão.
Reação do clube Osasco
O Osasco, clube que Tifanny defende, emitiu uma nota oficial manifestando surpresa com a informação da nova Política de Elegibilidade. Segundo o clube, a normativa foi elaborada sem qualquer participação ou opinião prévia da equipe.
A nota oficial do Osasco reforça que a decisão impacta diretamente Tifanny Abreu, que veste a camisa do clube desde 2021 e construiu uma trajetória marcante. O departamento jurídico do Osasco está avaliando a normativa para definir os próximos passos.
O clube reafirmou seu integral apoio a Tifanny neste momento, reforçando seu compromisso permanente com o respeito e a valorização de todas as pessoas que fazem parte da sua história.
Veja o pronunciamento completo de Tifanny
O voleibol é a minha vida e o meu trabalho.
A CBV está tirando tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que eu venho exercendo todos esses anos.
Mas isso não afeta só a mim, afeta ao meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim e ainda direito de todas as pessoas Trans.
É um enorme retrocesso na luta pelo reconhecimento e pela inclusão.
Voltamos para a forma vexatória como se testavam as atletas nos anos 60/70.
Não vou me calar e vou tomar todas as medidas possíveis para que a minha luta pelo direito à visibilidade, a inclusão e a prática do esporte não tenha sido em vão.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
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