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Friday, October 2, 2026

Tempestade solar deve atingir a Terra nesta sexta-feira e agência dos EUA emite alerta

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A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) emitiu um alerta para tempestade geomagnética G1 nesta sexta-feira, 2, após uma erupção solar registrada em 28 de setembro. Segundo a NOAA, o fenômeno pode causar pequenas oscilações em redes elétricas e alterações em satélites, mas não deve afetar o cotidiano no Brasil.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) emitiu um alerta para uma tempestade geomagnética G1 nesta sexta-feira, 2. O fenômeno está associado a uma erupção registrada no Sol no domingo, 28 de setembro.

De acordo com o Centro de Previsão do Clima Espacial da NOAA, uma ejeção de massa coronal (EMC), liberação de plasma e campos magnéticos da atmosfera solar, ocorreu após a erupção de um filamento solar. A previsão indica que a borda desse material deve alcançar o campo magnético da Terra.

O nível G1 corresponde à categoria mais baixa da escala de tempestades geomagnéticas adotada pela NOAA. A classificação possui cinco níveis, de G1 a G5, sendo G5 o patamar máximo.

Tempestade geomagnética pode afetar a Terra

A previsão da NOAA aponta possibilidade de condições G1 nesta sexta-feira, 2. No sábado, 3, a atividade geomagnética deve permanecer abaixo do nível necessário para ser classificada como tempestade.

Uma nova ocorrência de nível G1 está prevista para domingo, 4. Neste caso, a atividade deve estar relacionada a um fluxo de vento solar de alta velocidade proveniente de um buraco coronal, região da atmosfera do Sol na qual o campo magnético permite a saída de partículas para o espaço.

As tempestades geomagnéticas ocorrem quando partículas e campos magnéticos provenientes do Sol interagem com a magnetosfera terrestre, região dominada pelo campo magnético da Terra.

Segundo a escala da NOAA, eventos classificados como G1 podem provocar pequenas oscilações em redes elétricas e alterações na operação de satélites. Auroras também podem ser observadas em regiões de altas latitudes.

O que provocou o alerta da NOAA?

A ejeção de massa coronal relacionada à previsão desta sexta-feira ocorreu após uma erupção de filamento solar registrada em 28 de setembro. Filamentos são estruturas formadas por material solar suspenso por campos magnéticos acima da superfície do Sol.

Os modelos utilizados para acompanhar a trajetória da ejeção indicaram que a maior parte do material lançado pelo Sol não seguiria diretamente em direção à Terra. A previsão, porém, apontou que a borda da ejeção poderia alcançar o planeta e causar alterações temporárias no campo magnético terrestre.

A classificação G1 representa o primeiro dos cinco níveis da escala de tempestades geomagnéticas da NOAA. Para este nível, a agência prevê possíveis efeitos em sistemas elétricos e operações de satélites, sem indicação de impactos classificados nos níveis superiores da escala.

Há previsão de impactos no Brasil?

Os efeitos de tempestades geomagnéticas costumam ser mais perceptíveis em áreas próximas aos polos. Por esse motivo, a previsão atual não aponta para alterações no funcionamento cotidiano de celulares, redes elétricas ou internet no Brasil associadas ao evento G1.

Em regiões de latitudes mais altas, a atividade geomagnética também pode modificar a área na qual as auroras são observadas.

A intensidade efetiva do fenômeno, porém, depende das características do material solar quando ele alcança a Terra. Velocidade, densidade e orientação do campo magnético transportado pelas partículas influenciam a interação com a magnetosfera terrestre.

Como uma tempestade geomagnética se forma?

O Sol libera continuamente partículas que formam o chamado vento solar. Em determinados episódios, também pode expelir grandes volumes de plasma e campos magnéticos por meio de ejeções de massa coronal.

'Perguntas frequentes'

O que é uma tempestade geomagnética G1? +

A tempestade geomagnética G1 corresponde à categoria mais baixa da escala da NOAA, que possui cinco níveis, de G1 a G5. O fenômeno ocorre quando partículas e campos magnéticos do Sol interagem com a magnetosfera terrestre.

O que provocou o alerta de tempestade geomagnética? +

O alerta foi provocado por uma ejeção de massa coronal após a erupção de um filamento solar registrada em 28 de setembro. Segundo os modelos usados pela NOAA, a maior parte do material não seguiria diretamente para a Terra, mas a borda da ejeção poderia alcançar o planeta.

Quais efeitos uma tempestade geomagnética G1 pode causar? +

Segundo a escala da NOAA, uma tempestade G1 pode provocar pequenas oscilações em redes elétricas e alterações na operação de satélites. Auroras também podem aparecer em regiões de altas latitudes.

A tempestade geomagnética pode afetar celulares e internet no Brasil? +

A previsão atual não aponta alterações no funcionamento cotidiano de celulares, redes elétricas ou internet no Brasil associadas ao evento G1. Os efeitos costumam ser mais perceptíveis em áreas próximas aos polos.

Há previsão de outra tempestade geomagnética? +

Uma nova ocorrência de nível G1 está prevista para domingo, 4. Segundo a previsão, a atividade deve resultar de um fluxo de vento solar de alta velocidade proveniente de um buraco coronal.

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