ESPNGarcia backs up talk, TKO's Benn in second round to retain WBC titleESPN DeportesCon el triunfo de Elena Rybakina en el US Open 2026, así está la lista de las máximas ganadoras de Grand Slamוואלהאינדונזיה: אבד הקשר עם ספינת נוסעים שעל סיפונה 243 בני אדםInquirerOmbudsman Remulla: France trip to get info on Co, LegardaThe Jerusalem PostOne dead, more than 30 missing after Vanuatu ferry sinks, Prime Minister Jotham Napat's office says한겨레일 후지쓰, 내년 인공지능용 CPU 해외 수출…삼전닉스 위협 가능성은?SözcüMotorine dev zam geliyor!The Hollywood ReporterToronto Awards Analysis: ‘I Play Rocky’ Channels Namesake, Could Follow in Its Oscar FootstepsRTL BoulevardWinnares Rybakina kampte met twijfels voor US Open7sur7Nouvelle reine du circuit, Elena Rybakina sacrée pour la première fois à New YorkDW EnglishIndonesia: Search underway after ferry loses contactBBC NewsOne dead, 102 rescued from Indonesian ferry that went missing in Java Sea
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, September 13, 2026

Ministros aliados de Moraes cogitam alegar suspeição de Kassio e Fux devido a elo de filhos com o Master

Translate

Ministros do grupo de Alexandre de Moraes no STF (Supremo Tribunal Federal) estudam pedir a suspeição de Kassio Nunes Marques e Luiz Fux no julgamento de terça-feira (15), quando o plenário se reúne pela primeira vez para debater a crise inédita que se abateu sobre a corte.

Moraes é apoiado por Gilmar Mendes, Flávio Dino e Cristiano Zanin. A ideia é que um deles apresente uma questão de ordem para discutir se Kassio e Fux, os dois mais fiéis aliados de André Mendonça, podem mesmo votar, diante de supostos elos de seus filhos com o Banco Master.

A medida faz parte da estratégia da ala pró-Moraes para fazer frente ao presidente do STF, Edson Fachin, que pautou o caso que discute as suspeitas que recaem sob Moraes, mas deixou de fora o processo que suscita abuso de autoridade e métodos ilegais por parte de Mendonça.

Como mostrou a coluna Mônica Bergamo, esses ministros têm dito que, se for para passar o Supremo a limpo, é oportuno que os "podres" de todos os demais sejam expostos no mesmo dia. Um magistrado classifica a sessão vindoura como uma ''carnificina institucional" em potencial.

A questão de ordem deve apontar que uma consultoria ligada ao advogado Kevin Marques filho de Kassio, recebeu R$ 6,6 milhões do Master, assim como o advogado Rodrigo Fux, filho de Fux, foi um dos convidados do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, em um camarote VIP da Sapucaí, em 2025.

Moraes e seus aliados avaliam que essas duas notícias podem apontar para um conflito de interesse, e que é o plenário precisa analisar isso antes que o julgamento avance para o mérito das mensagens enviadas por Vorcaro.

Embora o ministro Dias Toffoli tenha sinalizado que não vai votar, pois já se declarou suspeito em casos do Master, auxiliares de três magistrados da corte consideram impossível que a corte não aborde o relatório que o aponta como beneficiário final de um fundo que recebeu R$ 35 milhões de Vorcaro.

Além disso, a artilharia da ala pró-Moraes deve expor o encontro que o próprio Mendonça teve com Vorcaro em 2025, e a suspeita de que o ministro teria recebido um terno como presente de pessoas ligadas ao ex-banqueiro, o que ele nega.

Decano da corte, Gilmar propôs formalmente a Fachin que os casos Moraes e Mendonça fossem julgados em conjunto, por entender que os dois processos são correlatos e indissociáveis, mas o presidente do STF negou a solicitação.

Fachin manteve a sessão sobre Moraes na terça e disse que as alegações sobre abuso de autoridade e enviesamento de investigações por parte de Mendonça serão analisadas na semana seguinte, em uma sessão marcada para o dia 23.

Segundo o presidente do STF, o prazo que ele deu para Mendonça se manifestar sobre sua postura na relatoria do Master só se encerra dia 21 —sendo assim, o caso ainda não estará pronto para ser julgado nesta terça.

Com a decisão de Fachin de fazer dois julgamentos separados, pelo menos cinco ministros da corte avaliam que é alta a chance de o julgamento ser interrompido por um pedido de vista (mais tempo para analisar os autos, com prazo de até 90 dias).

Seria uma forma de o grupo de Moraes ganhar tempo e resolver o problema de prazos apontado por Fachin, permitindo que futuramente os dois casos possam ser examinados em uma mesma sessão plenária.

Magistrados também apontam para a falta de tempo hábil para analisar a imensidão de documentos do caso Master tornada pública por Mendonça nas noites de quinta (10) e sexta-feira (11), atendendo a pedido do presidente do STF.

Pessoas próximas de Kassio afirmam que ele já recebeu recados de que seu filho será mencionado no julgamento. Ele tem afirmado que se sente apto a votar porque não tem relação alguma com Vorcaro, mas que se houver maioria para reconhecer sua suspeição, receberá a decisão com tranquilidade.

Fux não tem comentado com auxiliares sobre a possibilidade de ter sua imparcialidade questionada. Seu filho disse, à época que veio à tona sua presença no camarote de Vorcaro, que não era amigo do ex-banqueiro e que nunca atuou como seu advogado.

Mendonça afirma que Vorcaro o procurou para tratar de um processo sobre precatórios, mas que se limitou a ouvi-lo. O ministro diz que, no julgamento desse caso, votou contra a posição defendida pelo ex-banqueiro, o que indica que ele não está sujeito a pressões.

Toffoli nega irregularidades e também afirma que não tem relação de amizade com Vorcaro. O ministro diz que as alegações da PF (Polícia Federal) contra ele foram levadas ao conhecimento dos colegas no STF em fevereiro, e que o plenário decidiu arquivá-las.

View the original on UOL

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.