Punch2027: Obasanjo’s son backs Tinubu’s re-electionInquirerStroke could cost Philippines ₱416.5B over 15 yearsDaily MaverickLIV Golf rescue plan falters as BC Partners abandons investment, FT reportsZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-Nachrichtenstudio東洋経済オンライン疑惑噴出のGMO熊谷代表、「命の砂時計」会見に透けた《ワンマン経営》の危うさと"ネットに捧げた31年"の誤算 | ライフ | 東洋経済オンラインThe Straits Times26 people taken to hospital after three-vehicle incident in TuasESPN CricinfoAfghanistan, Zimbabwe face-off with WTC spot on the horizonThe Sydney Morning HeraldOfficial trailer for The FoxThe Jerusalem PostPalestinian teacher arrested in West Bank over posts praising terrorists, October 7 attackSeeking AlphaDenison Mines Non-GAAP EPS of -C$0.03 misses by C$0.01, revenue of C$1.05MDaily MailMAGA turns on Trump: JD Vance and even Don Jr blame President's Iran War debacle for poll wipeout that's left him a lame duckMalay MailArsenal overcome Slavia Prague 2-1 to maintain unbeaten Champions League run
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, November 5, 2026

Justiça condena banco a pagar R$ 250 mil a funcionária feita refém durante assalto em área nobre de Salvador

Translate

A decisão foi da Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que também exigiu a reintegração da trabalhadora ao emprego. O g1 tentou, mas não conseguiu contato com a empresa até a última atualização desta reportagem.

O crime aconteceu em março de 2016. Na ocasião, seis homens armados invadiram o local, fizeram a então gerente refém e a agrediram física e verbalmente.

De acordo com o TST, a funcionária afirmou ter aberto, entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016, sucessivos chamados e ordens de serviço para comunicar problemas na porta giratória detectora de metais da agência.

Agora no g1

Agora no g1

Uma perícia constatou que a bancária desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático relacionado ao trabalho. Na ação, ela pediu o reconhecimento da doença ocupacional, a reintegração ao emprego e o pagamento de indenização por danos morais.

Ainda conforme o tribunal, após o episódio ela passou a receber acompanhamento psiquiátrico e psicológico, mas precisou se afastar do trabalho em diferentes ocasiões. Em 2021, foi dispensada e decidiu recorrer à Justiça.

Segundo o TST, o Santander alegou que a funcionária estava apta para trabalhar no momento da demissão e questionou o direito à estabilidade, sob o argumento de que ela não havia recebido benefício previdenciário.

Justiça reconheceu relação entre doença e trabalho

A 9ª Vara do Trabalho de Salvador determinou a reintegração da bancária, com a possibilidade de trabalho remoto e o restabelecimento do plano de saúde.

A decisão considerou dois laudos periciais que associaram a incapacidade parcial da trabalhadora ao quadro psiquiátrico desenvolvido após o assalto. Na primeira instância, a indenização foi fixada em R$ 70 mil.

O Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5), na Bahia, manteve a reintegração e aumentou o valor da indenização para R$ 250 mil. Para o tribunal, a continuidade das lesões reduzia a capacidade de trabalho da bancária.

O banco recorreu ao TST para tentar afastar ou reduzir o valor da condenação e questionar a reintegração.

O relator do caso, desembargador convocado João Pedro Silvestrin, explicou que, uma vez reconhecida a doença ocupacional decorrente do assalto, o dano moral é presumido. Dessa forma, não seria necessária uma prova específica do sofrimento causado à trabalhadora.

Sobre o valor da indenização, o magistrado considerou que o TRT-5 levou em conta a gravidade do dano, a capacidade econômica das partes e o caráter punitivo e pedagógico da condenação. Na avaliação dele, o montante não foi excessivo a ponto de justificar uma intervenção do TST.

Em relação à reintegração, a Terceira Turma destacou que os dois laudos confirmaram a incapacidade parcial da bancária e o vínculo entre a doença e o trabalho.

O colegiado também ressaltou que a ausência de recebimento de benefício previdenciário não impede o reconhecimento da estabilidade, conforme entendimento firmado pelo TST no Tema 125 da Tabela de Recursos de Revista Repetitivos.

View the original on G1 →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.