PunchKwara doctors lament poor pay, illegal salary deductionsEl Comercio¿Meta favorece a Flávio Bolsonaro y perjudica a Lula? Las claves de la polémica electoral en BrasilRTP DesportoMotoGP: terminou a temporada para RazgatliogluESPNTransfer rumors, news: Premier League clubs eye Alexander-Arnold amid Real Madrid uncertaintyThe Jerusalem PostMandelblit says he approved questioning Netanyahu as suspect, defense challenges wordingDaily MaverickHegseth meets Netanyahu in unannounced visit to Israel, source saysInquirerMarcos vows reforms to boost investor confidence, stock marketCollider‘Sense and Sensibility’ Officially Posts One of the Weekend’s Best Per-Theater AveragesObservador DesportoMoçambique. Supostos terroristas abatidos por fuzileirosSky TG24I titoli di Sky TG24 del 20 ottobre, edizione delle 8
The Daily Newsstand · Free, Always
Tuesday, October 20, 2026

Ao descartar Eduardo do Itamaraty, Flávio acena ao centrão e rifa irmão

Translate

Imediatamente antes da declaração de Flávio, ao menos três pessoas do entorno de Eduardo Bolsonaro, diretamente envolvidos na campanha presidencial e ouvidos reservadamente pelo UOL, davam como certo que ele ocuparia o Ministério das Relações Exteriores.

Alguns deles comentavam, inclusive, que o ex-deputado já teria definido os embaixadores que colocaria nos postos de chefe de gabinete e de secretário-geral do Itamaraty, para ajudá-lo a navegar a liturgia do posto mais alto da diplomacia brasileira.

O assunto era tratado como um fato consumado até porque, segundo um desses interlocutores, "nenhum embaixador consegue hoje fazer o que Eduardo faz, de ligar para o [presidente argentino Javier] Milei, de ligar para o [ex-primeiro ministro húngaro Victor] Orban, para o [premiê israelense Benjamin] Netanyahu e ser atendido. Isso é só ele", disse.

Na última quarta, o próprio Eduardo esboçava planos para a pasta. "No que depender de mim, embaixador vai ter meta. A depender do país haverá meta para atrair comércio, investimento, venda de produtos brasileiros etc.", disse ao UOL em uma breve entrevista, na semana passada e sob a ressalva de que o grupo ainda tinha que vencer o pleito.

O grupo político de Eduardo Bolsonaro teria concluído um mapeamento dos quadros do Itamaraty e concluído que haveria uns 30 ou 40 diplomatas com quem "podem contar".

O próprio Eduardo já mencionou em redes sociais que teria uma lista de nomes politicamente vetados. Questionado sobre o assunto pelo UOL, disse: "Para mim, é requisito para entrar no governo uma análise do comportamento da pessoa entre 2022 e 2024. Prestigiar quem ficou quietinho é dar moral para quem amanhã pode asfaltar o caminho para uma nova prisão injusta sua". A declaração é uma referência ao comportamento do ex-chanceler de Jair Bolsonaro, Carlos França, a quem Eduardo vê como tendo traído, por omissão, o movimento político que o alçou a um posto tão prestigioso.

View the original on UOL →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.