Luís Montenegro lembra vítimas do 11 de setembro

O primeiro-ministro lembrou esta sexta-feira as vítimas dos atentados de há 25 anos em Nova Iorque, incluindo cidadãos portugueses, e salientou a importância das alianças políticas e dos valores como a democracia, a segurança e a liberdade.
“O mundo mudou há 25 anos”, escreveu Luís Montenegro na rede social X, no dia em que se assinalam 25 anos dos atentados do 11 de setembro, o mais mortífero ataque terrorista cometido em território norte-americano, que causou quase três mil mortos, incluindo nove vítimas portuguesas e lusodescendentes.
O primeiro-ministro referiu que, “neste dia tão doloroso para os Estados Unidos e para todos os países que prezam e defendem a liberdade”, impõe-se lembrar “os muitos, incluindo portugueses, que perderam a vida no 11 de setembro”.
“E vincamos também a força das nossas convicções, a vitalidade dos nossos valores e a importância das nossas alianças, pela democracia, pela segurança, pela liberdade”, acrescentou.
O mundo mudou há 25 anos. Neste dia tão doloroso para os EUA e para todos os países que prezam e defendem a liberdade, lembramos os muitos, incluindo portugueses, que perderam a vida no 11 de setembro. E vincamos também a força das nossas convicções, a vitalidade dos nossos valores e a importância das nossas Alianças. Pela democracia. Pela segurança. Pela liberdade.
— Luís Montenegro (@LMontenegro_PT) September 11, 2026
A 11 de setembro de 2001, dois aviões sequestrados por terroristas da Al-Qaida atingiram as Torres Gémeas do World Trade Center, em Nova Iorque, provocando o colapso dos edifícios duas horas após o impacto, enquanto um terceiro aparelho atingiu o Pentágono nos arredores de Washington.
Um quarto avião, que se acredita que tinha como alvo o Capitólio (sede do Congresso) ou a Casa Branca (presidência dos Estados Unidos), despenhou-se perto de Shanksville, na Pensilvânia, depois de passageiros e membros da tripulação terem tentado recuperar o controlo da aeronave.
A par das vítimas mortais registadas naquele dia, estima-se que mais de 9.400 pessoas morreram devido a doenças ligadas à exposição aos efeitos dos ataques.
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