Daily MaverickBOOK EXCERPT: A Fatal Love — Reimagining the story of the last woman executed in BritainESPNWhat this year's final four says about the labor battle -- and the game's futureInquirerBARMM leaders firm up coalition to rule regionESPN DeportesArrestados por tiroteo que hirió a jugador de 49ersPunchTinubu campaign: Accord leaders urge Adeleke to clarify loyaltyRTL BoulevardMeer dan 250 mensen klopten aan bij hulppunt voor slachtoffers van sektesCapital FMRaila and the politics of compromise: What changed, what didn’tZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioSözcüUzmanlardan İstanbul için kritik uyarı: Asıl risk şimdi!CumhuriyetArnavutluk'ta öğrenciler ayaklandı: Polisle çatışmalar çıktı, hükümet binaları ateşe verildiNew Straits TimesUS military weighs use of 'mother of all bombs' in potential future strikes on IranSeeking AlphaMusk says U.S. military and Trump control Ukraine’s Starshield access
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, October 15, 2026

Cortina de bolhas de ar em leitos aquáticos retém quase 90% dos resíduos flutuantes

Translate

Uma tecnologia holandesa instalada no leito de canais urbanos está modificando o combate ao lixo descartável. O sistema dispara uma parede constante de bolhas de ar a partir do fundo do leito aquático, criando uma barreira física capaz de interceptar os resíduos.

Ao subir até a superfície, o fluxo contínuo direciona garrafas, embalagens e detritos para um coletor localizado na margem. A inovação já consegue reter cerca de 86% do plástico flutuante em cidades da Europa sem interromper a navegação de barcos nem prejudicar a fauna aquática.

Leia Mais

Como funciona a barreira de bolhas de ar nos rios

A estrutura baseia-se em um tubo perfurado posicionado na diagonal ao longo do canal. Compressores injetam ar na tubulação, gerando uma cortina ascendente de microbolhas que empurra a poluição aquática para a superfície.

A própria correnteza natural encarrega-se de guiar os materiais até uma armadilha de alumínio. Equipes de limpeza urbana esvaziam o reservatório periodicamente, impedindo que os detritos cheguem aos oceanos.

Diferente das barragens tradicionais com grades rígidas, o mecanismo não bloqueia a passagem de embarcações turísticas e peixes. Testes biológicos comprovaram que organismos aquáticos e espécies juvenis atravessam o fluxo sem sofrer danos.

A expansão da tecnologia para os Estados Unidos

Após o sucesso operacional nos canais de Amsterdã, o projeto prepara sua primeira instalação em solo americano. O local escolhido foi o Grand River, no estado de Michigan, ponto estratégico que deságua no Lago Michigan.

Estimativas ambientais indicam que o complexo dos Grandes Lagos recebe cerca de 10 mil toneladas de detritos poliméricos anualmente. Autoridades locais acreditam que a engrenagem reduzirá drasticamente a entrada de microplásticos na reserva de água doce.

Conscientização ambiental e impacto ecológico

Além do recolhimento prático de descartáveis, a instalação serve como uma ferramenta de conscientização. Ver a quantidade diária de sujeira coletada alerta a população sobre o consumo desenfreado de plásticos de uso único.

Especialistas destacam que a interceptação nos cursos de água urbanos é a forma mais eficiente de proteger ecossistemas marinhos. Conter a contaminação na origem evita que o material se fragmente em partículas microscópicas nocivas à saúde humana.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.