InquirerNorthern Samar leads Eastern Visayas in economic growth at 4.6%The Jerusalem PostIn Pittsburgh, campus antisemitism report’s authors neglected to speak with Jewish studentsPunchEPL: Neto double gives Chelsea 2-0 win at EvertonESPN DeportesChelsea consiguió tres puntos ante un Everton que no dejó de lucharCNN TürkTürkiye’de elektrikli araç şarj tüketimi eylülde yüzde 14,6 azaldıESPNDropping your QB? Six fantasy replacements to pick up ASAP for Week 6Bollywood HungamaCountry Delight names Rishab Shetty as its new brand ambassadorRTP DesportoOuro renovado. Iúri Leitão volta a sagrar-se campeão mundial de ciclismo de pistaZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFColliderRussell Crowe’s Best-Reviewed Movie in 27 Years Is Officially Coming HomeSCMP ChinaHow Taiwan’s new AI satellite system aims to speed up early warning against PLA movesMexico News DailySpider-Man 2099 has a Día de Muertos secret in his origin story
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 17, 2026

Por que Neil Peart continuou fazendo aulas de bateria até o fim

Translate

Mesmo consagrado como um dos maiores da história do rock, icônico baterista do Rush defendia que o dever de um mestre é nunca parar de estudar

Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb)

COMPARTILHE WhatsApp Icon Facebook Icon Flipboard Gmail
Neil Peart, do Rush, em 2007 (Foto: Ethan Miller / Getty Images)
Neil Peart, do Rush, em 2007 (Foto: Ethan Miller / Getty Images)

Considerado um dos maiores bateristas da história do rock, Neil Peart — apelidado não por acaso de O Professor — jamais se acomodou com o próprio status. Mesmo após décadas de carreira e com uma reputação consolidada, o músico do Rush manteve uma rotina constante de estudos e aulas de bateria.

Em uma entrevista de 2014 (via Ultimate Guitar), Peart argumentou que o privilégio de “bater em coisas com baquetas para viver” trazia consigo uma responsabilidade: a de continuar sempre evoluindo.

Desta forma, ele manteve a busca contínua pelo aperfeiçoamento e pela exploração de novas vertentes em sua profissão. Peart explicou:

“Estudei com professores; ainda estudo com professores hoje em dia (2014), porque é isso que é preciso se você quiser estar entre os bons. Eu não sou… Ninguém vai usar o termo ‘o melhor’. Nem mesmo Buddy Rich diria ‘o melhor’. Mas, se você quer estar entre os bons, então a responsabilidade é sua.”

Neil Peart, baterista do Rush, em 1977 (Foto: Fin Costello / Redferns via Getty Images)
Neil Peart, baterista do Rush, em 1977 (Foto: Fin Costello / Redferns via Getty Images)

Neil Peart e a dedicação ao aprendizado

Iniciado na seara do rock, Peart contou que não absorveu outros estilos de bateria de forma espontânea. Para dominar essas linguagens e expandir seus horizontes, ele buscou inspiração em bateristas renomados, como Freddie Gruber e Peter Erskine (Weather Report):

“Não, eu não sabia tudo sobre o assunto. E não, isso não veio naturalmente para mim. Mas eu me dediquei muito, trabalhei duro nisso.”

O saudoso baterista do Rush, falecido em 2020, concluiu da seguinte forma:

“A dedicação ao aprendizado me trouxe um outro dom — algo pelo qual eu não havia me inscrito, pago ou treinado especificamente: uma nova compreensão do tempo que me proporcionou uma habilidade de improvisação que eu nunca tivera, mas sempre quisera.”

+++ LEIA MAIS: Novo documentário do Rush se despede de Neil Peart, um rei do rock — e um grande amigo
+++ LEIA MAIS: Geddy Lee lamenta que bateristas tenham se oferecido ao Rush após Neil Peart morrer
+++ LEIA MAIS: Rush ficou em dúvida sobre Anika Nilles, admite Alex Lifeson

Guilherme Gonçalves (@guiiilherme_agb)

Guilherme Gonçalves é jornalista formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e atua no jornalismo esportivo desde 2008. Colecionador de discos e melômano, também escreve sobre música e já colaborou para veículos como Collectors Room, Rock Brigade e Guitarload. Atualmente, é redator em IgorMiranda.com.br, revisa livros das editoras Belas Letras e Estética Torta e edita o Morbus Zine, dedicado a resenhas de death metal e grindcore.

View the original on Rolling Stone Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.