Cleitinho promete descentralizar a saúde e rever contratos de pedágio durante agenda no Sul de Minas

O candidato ao governo de Minas Gerais pelo Republicanos, Cleitinho Azevedo, afirmou nesta sexta-feira (11), durante agenda em Pouso Alegre, no Sul de Minas, que pretende descentralizar os serviços de saúde e revisar contratos de pedágio caso seja eleito. As propostas foram apresentadas durante uma caminhada pelo centro da cidade, onde o senador também destacou a importância econômica da região para o estado.
Após passar por Itajubá e Santa Rita do Sapucaí, Cleitinho chegou a Pouso Alegre no fim da tarde para uma reunião com lideranças políticas e, em seguida, participou de uma caminhada com eleitores e apoiadores pelo centro da cidade.
Durante o percurso, que passou pelo Mercado Municipal e pela Catedral Metropolitana, o candidato apresentou propostas que pretende implementar caso seja eleito governador de Minas Gerais. Os principais temas abordados foram saúde pública, infraestrutura rodoviária e desenvolvimento regional.
Cleitinho promete descentralizar a saúde e rever contratos de pedágio durante agenda no Sul de Minas — Foto: Reprodução EPTV
Na área da saúde, Cleitinho defendeu a descentralização dos serviços e o fortalecimento das estruturas regionais, com maior participação dos municípios e dos consórcios de saúde. Ele afirmou que pretende reduzir a concentração dos atendimentos em Belo Horizonte.
"A gente precisa descentralizar, trazer essa saúde para a região, para que a gente possa fortalecer a superintendência, e não deixar a saúde só lá dentro da capital. A gente vai fazer isso com o parceiro de equipe, com os secretários, com todas as secretarias de saúde, com o próprio município, com os consórcios", disse o candidato.
O candidato também criticou contratos de concessão de rodovias e afirmou que pretende revisar os acordos relacionados aos pedágios. Segundo ele, o objetivo é garantir mais transparência e priorizar o interesse público.
"Outra coisa que revolta muito o cidadão aqui é a falta de transparência, que foram feitos esses contratos sobre a questão dos pedágios. A gente está falando de pedágios, que aqui custa R$ 15, R$ 16, e não tem investimento nenhum, não tem nem duplicação. Então a gente vai rever contrato por contrato. Se não tiver interesse público, a gente vai ter que resolver isso aqui", completou.
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