ESPN DeportesEl Porto, con Gimenez en la banca, se mide ante el sotaneroESPNHow a group of Texas students, alumni turned overnight stadium camp-outs into traditionThe Jerusalem PostSaudi pipeline attack exposes growing power of Iran-backed militias - analysisRTP DesportoLando Norris conquista pole para Grande Prémio de Espanha por 11 milésimosPunch2027: Haske dumps APC, picks Adamawa APM gov ticketוואלהגבר בן 23 נפל מסוס סמוך לתל שבע - מצבו בינוניWirtualna PolskaZastąpił Morawieckiego. Bielan nowym szefem EKRThe South AfricanWeather: Cloudy skies set to bring showers and rainDeadline‘ER’s Big Payday: How Hit Medical Drama Scored Record $13M An Episode From NBC – Book ExcerptOnet88-letnia pacjentka wypadła z okna szpitala w Koninie. Nie przeżyła upadkuANSALa benzina vola, rebus nuovi sostegni per il governo
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, September 12, 2026

14h. Rui Borges confirma que João Simões é novamente baixa

Translate

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Notícias na Rádio Observador. É o Jornal das Duas, com edição do jornalista Carlos Pedro. E Carlos, as estruturas da PSP e GNR vão manter os protestos agendados para os dias 22 de setembro e 30 de outubro. Isto apesar do ministro da Administração Interna ter anunciado negociações para a mesma altura.

Os protestos foram conhecidos ontem e Luís Neves convocou depois as estruturas da PSP e GNR para duas reuniões. Ainda assim, o Ministério da Administração Interna sublinha que estas reuniões negociais não são uma reação aos protestos, são, sim, o cumprimento do calendário. Ouvido pela Rádio Observador, o presidente da Associação Sindical dos Profissionais da Polícia, Paulo Santos, sublinha que os protestos vão mesmo avançar e adianta que os profissionais da polícia já esperaram demasiado tempo pelas negociações do governo.

Não vamos cancelar os protestos, porque consideramos que o tempo que esperámos por estas negociações foi muito e aquilo que é uma convocatória não se traduz em nada palpável e concretizável a curto prazo. Se o governo, nestas negociações, quer do dia 17, quer do dia 29, nos garantir efetivamente algo que possa já, ao momento, ser concretizado, teremos que fazer uma análise, mas a verdade é que nós vamos avançar com os nossos protestos.

Também ouvido pela Rádio Observador, o presidente da Associação de Profissionais da Guarda, César Nogueira, pede garantias de mudanças já em janeiro do próximo ano.

Esperemos que traga algo concreto. Estamos recetivos sempre a negociar. Não vamos, para já, nem suspender tampouco os protestos anunciados, porque é como já dissemos, só quando tivermos algo concreto e que de facto entrarão em vigor em janeiro de 2027 é que poderemos pensar em suspender os protestos. Fora isso, vamos mantê-los, porque é como digo, as reuniões são apenas duas datas. Já tivemos muitas reuniões e nada avançou.

Declarações do presidente da Associação Sindical da Polícia, Paulo Santos, à Rádio Observador, e também do presidente da Associação de Profissionais da Guarda, César Nogueira. Em causa para os protestos estão reivindicações comuns para a revisão e melhoria das carreiras, à cabeça, o incumprimento do acordo de 2024, que aumentou em € 300 o suplemento de risco, mas que ainda não concretizou a revisão salarial.

O deputado do PS, Carlos Pereira, concorda com o diagnóstico do país feito por Passos Coelho, mas questiona as intenções do ex-primeiro-ministro e avisa que não podemos voltar ao passado. A deputada do Chega saúda a intenção de Passos Coelho, mas considera que estas intervenções não são um risco para o partido de André Ventura.

É a reação do Chega e também do PS ao estudo que Passos Coelho está a desenvolver sobre reformas para Portugal e também ao prefácio de um livro no qual o antigo primeiro-ministro repete que o tempo para o governo avançar com estas mudanças está a esgotar-se. O estudo do antigo chefe do Executivo tem como objetivo avaliar o estado da economia portuguesa e apresentar problemas e soluções em pilares essenciais, como a Segurança Social, saúde, educação, defesa e justiça. Esta manhã, no Explicador da Rádio Observador, o deputado socialista Carlos Pereira afirma que é preciso olhar para o trabalho com responsabilidade e questiona as intenções do antigo primeiro-ministro.

Este antigo primeiro-ministro governou e fez estas reformas, cujos resultados estão à vista, a acusar o atual primeiro-ministro, que foi seu líder parlamentar, de não conseguir fazer reformas. Ou seja, um tem um problema com o resultado das reformas que fez, que foram muito desastrosas, e outro tem um problema com as reformas que não fez. E esta é a discussão que está instalada dentro do PSD, que promete intensificar-se à boleia de um estudo, que eu espero que seja consequente com uma nova geração de reformas, que não se volte às reformas de 2012, catastróficas de Pedro Passos Coelho.

O PS considera assim que Passos Coelho poderá ter segundas intenções ao apresentar este estudo, mas ainda assim não acredita que o antigo primeiro-ministro esteja a preparar um regresso à política, afirma que se trata apenas de uma questão de luta interna no PSD. Já a deputada do Chega, Sandra Ribeiro, revela que o partido concorda com o diagnóstico feito por Passos Coelho. É mesmo preciso avançar com reformas.

O Chega subscreve este diagnóstico de que realmente o país está bloqueado e sem ambição e nós concordamos com esta necessidade urgente de uma reforma fiscal profunda e o combate à burocracia. Este estudo poderá ser incômodo tanto para o PSD como para o PS, porque este estudo, no fundo, vem nos mostrar como é que nós chegamos até aqui. Estamos a falar, por exemplo, do caso da sustentabilidade da Segurança Social, o caso da habitação, em que o mercado não está melhor, pois tem vindo a aumentar. Enfim, este tipo de situações tem de ser analisada.

Sandra Ribeiro considera que este estudo pode ser uma mais-valia para o país e rejeita que estas iniciativas de Pedro Passos Coelho possam representar um risco para o partido liderado por André Ventura. O ex-primeiro-ministro vai apresentar as propostas de governação no final de novembro. São propostas para melhorar Portugal do ponto de vista social e económico em oito anos.

José Luís Carneiro não se compromete com o sentido de voto sobre a proposta do Chega para aprovar a descida do IVA dos combustíveis, mas afirma que a medida não é nova, já tinha sido apresentada pelo PS.

André Ventura lançou ontem o desafio ao PS para votar ao lado do Chega na proposta que apresentou para a redução do IVA dos combustíveis de 23 para 13%. A secretária-geral do PS afirma que esta proposta não é nova. José Luís Carneiro recorre ao passado para lembrar que já tinha sido avançada pelos socialistas e rejeitada pelo Parlamento.

A questão tem que ser colocada ao contrário, porque quem apresentou primeiro essas propostas foi o Partido Socialista, ainda antes do verão, em junho, julho, e apresentámo-las por duas vezes. E por duas vezes o Chega votou contra Agora, como nós apresentámos pela terceira vez na semana que passou, à terceira também entendeu dar o ar da sua graça. Mas nós vamos conseguir demonstrar que alguém está a procurar enganar os portugueses.

Declarações do secretário-geral do Partido Socialista esta manhã em Leiria, a participar numa convenção nacional autárquica do partido. Ontem, o presidente do Chega afirmou que se o PS votasse contra, seria um partido hipócrita. A proposta vai a debate no dia 24 de setembro no Parlamento.

E dezenas de pessoas participaram hoje numa marcha lenta contra o aumento do preço dos combustíveis.

O protesto foi organizado por um grupo de amigos, todos eles empresários. Começou em Santa Maria da Feira e terminou junto à casa do primeiro-ministro, em Espinho. Os manifestantes dizem ser cada vez mais difícil fazer face ao aumento dos combustíveis. Tinham também como objetivo conseguir algumas palavras de Luís Montenegro, relata a SIC.

E no desporto, o Sporting defronta amanhã o Famalicão para a sexta jornada da Primeira Liga de futebol. Rui Borges reforça a ideia de que o foco da equipa leonina está no campeonato.

É hora de mudar o chip depois do triunfo por 3x1 em Alvalade contra o Galatasaray, a contar para a Liga dos Campeões. O técnico leonino acredita no trabalho da equipa para superar um adversário que diz ser difícil. Ainda assim, Rui Borges reconhece que os jogos pós competições europeias têm por hábito serem complicados.

Felizes por aquilo que temos feito até aqui, pelo crescimento que temos tido. Mas agora começa a vir aquela fase que é a Liga dos Campeões e o campeonato, e aquela mudança de chip às vezes não é a melhor. E isso é que nós temos que, enquanto líderes, enquanto treinadores também, conseguir manter a equipa ligada com o mesmo foco, o mesmo rigor, com o mesmo mindset, porque o nosso grande objetivo é o campeonato e temos que entrar com a mesma atitude competitiva que entrámos na quarta-feira para a Liga dos Campeões. Temos que a ter neste jogo, porque vamos defrontar uma belíssima equipa.

Rui Borges, na antecâmara do Famalicão-Sporting, agendado para às 20h30 de amanhã. O técnico do Sporting confirmou também que João Simões continua sem ser opção para esta partida. É um jogo a contar para a jornada seis da Primeira Liga, que arranca já hoje com três partidas: Nacional-Alverca, às 15h30. Casa Pia-FC Porto, para ouvir aqui na rádio a partir das 18h. E ainda o Académico de Viseu-Vitória, às 20h30.

E antes do Sporting joga o Benfica. Os encarnados recebem o Gil Vicente antes da estreia da Liga Europa. Na antevisão do encontro, Marco Silva voltou a deixar elogios a Prestianni.

Com sete gols e duas assistências, o argentino já confirmou a melhor época da carreira no que a contribuições para gol diz respeito. Em Moreira de Cónegos, a jogar mais pelo meio e em parceria com o norueguês Schjelderup, Prestianni voltou a estar em destaque e por isso, esta tarde, na conferência de imprensa de antevisão para o jogo de amanhã, voltou a merecer os elogios do técnico Marco Silva.

Para aquilo que queríamos para o jogo, para a estratégia que tínhamos para o jogo, teve um impacto muito grande no jogo. Tem tido sempre, mas esteve novamente numa zona mais central, com algumas permutas com o Andreas. Por exemplo, no gol do Andreas, é ele que está por fora e o Andreas está por dentro. Portanto, é a dinâmica que queremos na equipa e fiquei muito satisfeito. Já tinha dito que o impacto que ambos tiveram no jogo na Madeira foi bom, em 30 minutos, ou muito bom, e depois são sinais. Eu estou aqui para tomar decisões naquilo que é o melhor para a equipa sempre, e são as respostas que os jogadores dão, quer em treino, quer em jogo. E a resposta foi muito boa.

Marco Silva, nos elogios à sociedade Prestianni e Schjelderup, o técnico do Benfica confirmou também novamente a ausência do lateral Bá. Ainda não está disponível para o encontro de amanhã, que arranca às 18h, e é para ouvir aqui também na Rádio Observador.

E assim fechamos o jornal das 14h, edição do jornalista Carlos Pedro. Está de regresso às 14h30. Até já, Carlos.

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.