Senador republicano pede investigação sobre negócios da família Trump
O presidente do comitê, Chuck Grassley, disse a jornalistas que vai avaliar o pedido com seriedade, mas alertou que a decisão sobre a investigação deve levar tempo. Não shá expectativa de uma decisão antes das eleições de meio de mandato, em 3 de novembro.
A carta aberta é o mais recente exemplo de republicanos proeminentes que tentam criar alguma distância entre si e o presidente cada vez mais impopular a seis semanas das eleições de meio de mandato, nas quais seu partido defende majorias estreitas no Congresso dos EUA.
Os candidatos republicanos ao Senado Ashley Hinson e Mike Rogers pediram o fim imediato da guerra no Irã, um conflito impopular que elevou os preços da energia e o custo de vida -- principal preocupação dos norte-americanos à medida que se aproximam as eleições.
O republicano Paul LePage, ex-governador do Maine que concorre a uma vaga na Câmara, criticou a deportação de imigrantes sem documentos promovida por Trump e argumentou que a repressão deveria se concentrar em membros de gangues e criminosos violentos.
“Não acho que seja o começo do fim”, disse o senador republicano Thom Tillis, da Carolina do Norte, a jornalistas quando questionado sobre o significado dos comentários dos candidatos. “Mas eles precisam ter flexibilidade para expressar quaisquer preocupações reais que tenham, porque os eleitores também têm essas preocupações.”
Ao contrário de Rogers, Hinson e LePage, Curtis, de Utah, autor da carta, só concorrerá às eleições em 2030. Tillis deve se aposentar em janeiro.
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