ESPN DeportesPackers cierran los caminos de Panthers en Green BayESPNPackers WR Watson returns to Lambeau after trip to hospital with chest injuryPunchObi faults Tinubu campaign posture, questions capacity to govern한겨레순천 꼬막·여수 꽃게장 ‘남도한바퀴’ 버스…서울·부산서 ‘시동’ZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFUOLHomem é preso após tentar enfiar droga nas partes íntimas ao ser abordado no PRGlobo EsporteGrêmio emenda segunda vitória seguida no Brasileirão e deixa o Z-4SözcüDireğe çarpan otomobil parçalandı: 2 ölüSportstarAl Nassr vs Al Kholood player ratings – Ronaldo hat-trick guides Al Nassr to victory in Saudi Pro LeagueSouth China Morning PostAI system to screen contractors by mid-2027 as part of sweeping Tai Po fire reformsGIGAZINEAppleがペニスのサイズを嘲笑しているとの懸念からか韓国でiPad miniの広告を修正n-tvO Captain, mein Captain: Patrick Stewart ist tot: Shakespeare zwischen den Sternen
The Daily Newsstand · Free, Always
Friday, October 30, 2026

PAR pede inquérito sobre vídeo de Ventura

Translate

O presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, enviou à Comissão da Transparência a queixa do deputado bloquista Fabian Figueiredo sobre um vídeo que André Ventura publicou nas redes sociais.

O vídeo mostra Fabian Figueiredo a andar pelo Parlamento e pela manifestação diante do edifício, nos protestos pela habitação. Ventura acusa Figueiredo de estar a fingir que coxeia, depois de o deputado ter dito que foi agredido pela polícia durante a carga policial de sábado, no Rossio.

Na carta enviada à Comissão da Transparência, o PAR considera que se justifica uma “apreciação” sobre se os deveres de respeito, urbanidade e lealdade institucional foram respeitados por Ventura e pelo deputado do Chega Marcus Santos, que deixou um comentário no vídeo dizendo que o deputado bloquista “levou pouco” da polícia.

Aguiar-Branco considera também que deve ser avaliado o respeito pela dignidade do deputado e a utilização responsável das instalações parlamentares, “justificando a sua apreciação pela Comissão da Transparência”.

O PAR considera que os deputados têm uma ampla liberdade de atuação e expressão, mas esta “não afasta por si só a necessidade de ponderação dos direitos individuais dos deputados, designadamente à imagem, à honra e à reserva da vida privada”, argumenta.

Logo na quarta-feira, como o Observador noticiou, o deputado único do Bloco entregou no Parlamento um requerimento dirigido ao presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco. No documento, o deputado pedia que o PAR apurasse as circunstâncias da captação destas imagens (quem, em que dia e onde), que levasse o tema a conferência de líderes e que pedisse um inquérito aos factos na Comissão de Transparência.

“Antes de mais, exige-se à Assembleia da República que se pronuncie sobre se considera tolerável a captação, à revelia do visado, de imagens de um deputado no interior das instalações parlamentares, e a sua divulgação por outro deputado para fins de comunicação política e partidária, com o objetivo evidente de expor a condição física de um outro deputado ao escárnio público”. O deputado argumentava que o direito à imagem “não fica à porta do Parlamento”, que se restringiria assim a “liberdade de exercício de mandato” e a “reserva e segurança” do próprio Parlamento.

“A condição física e de saúde de uma pessoa é matéria de reserva, mesmo quando essa pessoa é deputado”, acrescentava. E mencionava também um comentário do deputado do Chega Marcus Santos publicado nesse vídeo: “Se levou, levou pouco. Se levasse mais, não andava a rebolar, mas sim a coxear” — “uma apologia da violência e uma ameaça direta à integridade física do signatário”, defendia Fabian Figueiredo, argumentando que estes comportamentos violam os deveres de lealdade e urbanidade dos deputados, previstos no respetivo estatuto.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.