Toledo: Favoritismo de Flávio diminuiu, mas candidato segue como favorito

Para Toledo, um dos fatores que pode pesar é a abstenção. Ele citou a previsão de chuva em São Paulo no domingo e avaliou que isso tende a dificultar mais a vida de quem mora longe e depende de transporte público.
O jornalista também falou do que os institutos chamam de "likely voter", uma tentativa de medir quem tem mais probabilidade de ir votar. Na avaliação dele, esse recorte tende a ser "um pouco mais favorável" a Flávio do que a Lula.
Apesar do movimento pró-Lula nas pesquisas, Toledo afirmou que o petista precisa crescer mais e reduzir a fatia de indecisos, além de garantir que quem declarou voto nele de fato compareça e vote corretamente.
Os números estão caminhando numa direção que aumentam a probabilidade, a chance de vitória do Lula. Ainda não chegou lá, é por uma distância muito pequena. O Lula precisa crescer mais, precisa convencer mais eleitores, e precisa garantir que todo mundo que declarou ao instituto intenção de votar nele concretize esse voto. Tem mais condicionantes para o Lula do que para o Flávio.
José Roberto de Toledo
Toledo disse ainda que a reta final do segundo turno elevou a polarização por grupos sociais e religiosos, com pressão de última hora em comunidades e redes de relacionamento. Para ele, com a disputa apertada, qualquer fator pode decidir o resultado.
Está tão apertado que qualquer fator agora pode definir a eleição por um lado ou por outro, seja essas últimas 24 horas de campanha, seja o debate, seja a chuva.
José Roberto de Toledo
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.