Punch2027: Rainbow coalition won’t win votes in Kwara — Accord PartyInquirerTagum diocese: Refrain from sexualized comments about ‘handsome’ priestESPNTransfer rumors, news: Could Viktor Gyökeres leave Arsenal in January?The Jerusalem Post'You are the real target': Netanyahu warns Iran developing ICBMs, nuclear weapons to target US한겨레고립·은둔 청년 담은 쿠키·라면·도시락… 천안에서 특별한 편의점 열린다UOLPapa Leão 14 reaparece no Vaticano um dia depois de receber alta hospitalar após cirurgia no pulmão.Collider19 Years Later, Marvel’s New Doctor Doom Is Officially Conquering Streaming With a 10/10 ThrillerSky TG24Selma Blair dopo l'incidente in volo: “Non volevo fare del male a nessuno”South China Morning PostHong Kong excels at medical research. So what is holding it back?ZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudioThe Straits TimesPSI forecast to be between 100 and 190 on Oct 19, says NEAn-tvPeking will Vormacht sichern : China will Export wichtiger KI- und Solartechnologien einschränken
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, October 18, 2026

Novos tratamentos para doenças do sangue: Kalil e hematologistas comentam

Translate

Leucemia, linfoma e mieloma múltiplo são doenças que, por muito tempo, foram associadas a prognósticos sombrios. No entanto, avanços significativos no diagnóstico e no tratamento dessas condições hematológicas têm transformado a perspectiva dos pacientes, ampliando as chances de cura e reduzindo o sofrimento durante as terapias.

Os hematologistas João Guerra e Lucila Kerbauy explicaram, em entrevista ao CNN Sinais Vitais de sábado (17), como as novas abordagens estão mudando o cenário das doenças do sangue, com opções que vão desde drogas-alvo até imunoterapia e transplante de medula óssea.

"Você ter diagnóstico hoje, por exemplo, de uma leucemia, não significa que você vai ter um prognóstico ruim", afirmou Kerbauy.

Leia Mais

A especialista destacou que atualmente é possível identificar mutações nas células com muito mais precisão, o que permite definir melhor o tipo da doença e escolher o tratamento mais adequado para cada paciente.

No caso do transplante de medula óssea alogênico, em que o paciente recebe medula de outra pessoa, Kerbauy ressaltou que os procedimentos evoluíram para ser menos agressivos e com resultados mais promissores.

Já no linfoma de Hodgkin, a imunoterapia passou a integrar o tratamento, reduzindo a necessidade de quimioterapia e, consequentemente, os efeitos colaterais. "A gente consegue ter taxas de resposta, de remissão acima de 90%", destacou.

Leucemias agudas e crônicas: entenda a diferença

Guerra explicou que as leucemias se dividem em dois grandes grupos: agudas e crônicas.

As leucemias agudas acometem células mais jovens da medula óssea e se replicam com maior velocidade, sendo a leucemia linfoide aguda mais comum em crianças e a leucemia mieloide aguda mais frequente em adultos. Já as leucemias crônicas afetam células mais maduras e evoluem de forma menos agressiva.

Para ambos os tipos, Kerbauy afirmou que hoje existem tratamentos muito promissores. "Dentro da jornada do paciente, nós podemos oferecer várias possibilidades", disse.

Entre as opções disponíveis estão drogas-alvo, imunoterápicos, transplante de medula óssea para as leucemias agudas, e a terapia com CAR-T cell para linfomas e mielomas.

Mieloma múltiplo: de incurável a tratável

Guerra também chamou atenção para o caso do mieloma múltiplo, que por muitos anos foi considerado uma doença sem cura. "Pela primeira vez, no Congresso Global de Mieloma Múltiplo, foi falado em cura", relatou.

Essa mudança de perspectiva representa um marco importante para pacientes e profissionais da área.

Guerra complementou que doenças que antes eram potencialmente fatais hoje podem ser curadas ou transformadas em condições crônicas controláveis.

Nesse cenário, o paciente passa a conviver com a doença por meio de medicação contínua, mantendo qualidade de vida e com menor sofrimento ao longo do tratamento.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.