Especialistas da ONU denunciam desaparecimentos forçados na Nicarágua
O governo da Nicarágua mantém pelo menos 30 pessoas em "desaparecimento forçado", uma arma que utiliza para "esmagar" a oposição, denunciou nesta terça-feira (22) um grupo de especialistas em direitos humanos da ONU.
O presidente Daniel Ortega, um ex-guerrilheiro de esquerda de 80 anos, e sua esposa e copresidente Rosario Murillo, de 75, governam com poder absoluto e controle rígido sobre a sociedade, em particular após os protestos de 2018, que deixaram quase de 300 mortos, segundo a ONU.
Desde então, 161 casos de "desaparecimento forçado" e a morte de oito pessoas detidas por motivos políticos foram registradas, aponta um relatório do Grupo de Especialistas em Direitos Humanos sobre a Nicarágua das Nações Unidas, que considera que o número de desaparecidos pode ser ainda maior.
KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.