ESPNAfter another playoff disappointment, what's next for Fever?ESPN DeportesGignac vs Cardozo, ¿qué lugar ocupan entre extranjeros?The Jerusalem PostUnited grounds pilot who praised October 7 massacre after reports of reinstatement - reportInquirerIlocos Sur’s 9th most wanted person fallsZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFUOLJustiça Federal suspende liminar que adiava derrubada de bet até fim das eleiçõesSouth China Morning PostTrump slams Norway and Nobel committee after missing out on Peace Prize中国新闻网两部门联合发布依法惩治文物犯罪典型案例The Sydney Morning HeraldAlbanese dips toe back into comedy after ‘melon’ podcast gaffeSözcüSosyal medyaya yeni düzenleme! Resmî Gazete'de yayımlandıNew Straits TimesBrazil police rescue 13 children held hostage, assailant deadConsequenceGeordie Greep Denies Rape Allegation During Vancouver Concert [Updated]
The Daily Newsstand · Free, Always
Saturday, October 10, 2026

Trump anuncia libertação imediata de diesel russo

Translate

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a conclusão de uma “discussão bem-sucedida” com Vladimir Putin sobre a libertação de mais de 300 mil toneladas de diesel russo para o mercado norte-americano e global, com efeitos imediatos.

Em novembro, deverão ser lançadas mais 500 mil toneladas e mais de 1 milhão de toneladas de seguida, explicou numa publicação no Truth Social. Dependendo do estado das refinarias russas, adiantou Trump numa referência velada aos ataques ucranianos à infraestrutura energética de Moscovo, espera-se que a Rússia entregue “num curto período de tempo” três milhões de toneladas de diesel.

“Entre o nosso CONTROLO TOTAL do Estreito de Ormuz e este grande anúncio sobre a Energia Russa, os preços do diesel para os norte-americanos e, na verdade, para o Mundo, vão BAIXAR, EM NÚMEROS RECORDE, E DE FORMA RÁPIDA!”, acrescenta.

Após o anúncio de Trump, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou a emissão de uma licença geral temporária para “permitir o fornecimento de diesel russo para o mercado global” até 7 de abril de 2027. As exportações russas de hidrocarbonetos são alvo de sanções.

Today, at President Trump’s direction, the Office of Foreign Assets Control (OFAC) is immediately issuing a temporary general license to allow the supply of Russian diesel to the global market.

— Treasury Department (@USTreasury) October 9, 2026

“Vai beneficiar o mundo”. Enviado especial de Putin elogia o acordo

O Kremlin confirmou o acordo e referiu numa nota que, além da questão energética, discutiram a guerra na Ucrânia, o conflito no Irão e as relações bilaterais.

“Aquando da discussão sobre o estado das coisas na energia mundial, a parte russa confirmou a sua disponibilidade para fornecer petróleo e produtos petrolíferos aos mercados americano e mundial. Estou certo de que isto se refletirá positivamente em toda a economia global”, sublinha.

O enviado especial de Putin para a cooperação internacional económica e de investimento, Kirill Dmitriev, assinalou que se trata de algo que “vai beneficiar o mundo”.

“O Presidente Putin e o Presidente Trump acabaram de ter uma chamada bem-sucedida. A cooperação energética e económica entre a Rússia e os Estados Unidos continuará e beneficiará os mercados globais e o mundo”, refere nas redes sociais.

President Putin and President Trump just had a successful call.

Russia-US energy and economic cooperation will continue and benefit global markets and the world. ???????????????????? pic.twitter.com/oSkGhMRry0

— Kirill Dmitriev (@kadmitriev) October 9, 2026

Do mesmo modo, Alexander Novak, vice-primeiro-ministro da Rússia, adiantou à agência de notícias russa TASS que as exportações vão começar com efeitos imediatos e que podem chegar aos três milhões de toneladas por mês no futuro.

“Presente para Putin”. Zelensky condena acordo

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, condenou o anúncio, afirmando que vai ser uma forma de Moscovo intensificar os ataques contra a Ucrânia e pediu “apoio justo” a Washington para não escalar o conflito. Zelensky recebeu, esta sexta-feira, uma delegação bipartidária do Congresso norte-americano para discutir formas de terminar com o conflito.

“Presentes para Putin não vão trazer paz ou qualquer benefício para o mundo civilizado. A Rússia vai ‘retribuir’ o diesel com mais terror e perfídia. Permitir que a Rússia venda produtos petrolíferos é um investimento numa guerra que deve ser encerrada, não prolongada”, sublinhou, numa publicação nas redes sociais. Além disso, afirmou à Axios que o acordo não é “justo nem honesto”.

Zelensky afirmou ainda que qualquer flexibilização das sanções sem um acordo de desescalada é uma “fraqueza óbvia” e pede um cessar-fogo energético, comprometendo-se a não atacar refinarias russas se Moscovo não atacar as infraestruturas energéticas ucranianas.

“Qualquer flexibilização das sanções contra a Rússia, sem um acordo claro e duradouro de desanuviamento, é uma fraqueza evidente. Isto joga a favor da Rússia — permitindo-lhe matar mais, travar a guerra durante mais tempo, respeitar ainda menos a América e causar perdas e danos ainda maiores ao mundo”, publicou Zelensky nas redes sociais.

Peace never comes through weakness. Today, representatives of the U.S. Congress were in Kyiv – a bipartisan delegation – and I am grateful to them for visiting Ukraine at such a difficult time. They asked: what is needed to end the war? The answer must be strong. There must be…

— Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) October 9, 2026

Em resposta, Trump garantiu que os Estados Unidos se mantêm como um “parceiro forte”, mas que necessitam dos combustíveis para o mercado. “Somos um parceiro forte. Precisamos de petróleo para o mundo. Então, estamos muito felizes“, afirmou aos jornalistas, no exterior da Casa Branca.

Q: Zelensky said the oil deal with Russia is a weak move that will only prolong the war.

Trump: We’re a strong partner. We need oil for the world. So we’re very happy to get the diesel. pic.twitter.com/JmS42ZbSfm

— Clash Report (@clashreport) October 9, 2026

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.