ESPN DeportesSantos madruga a Pumas con polémico penalESPNReese keeps Dream rolling in Game 3 to take series lead in WNBA FinalsInquirerIn Bohol, cloud seeding begins to save farmsDaily MaverickGovernment websites go dark after AI-discovered flaw sparks security scrambleThe Jerusalem PostAbdul El-Sayed Michigan US Senate campaign hires Jewish outreach director한겨레주말 기온 오르지만 남부지방 비… 태풍 ‘참피’ 주의ZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFPremium TimesEbola: One imported case does not mean Nigeria is experiencing outbreak – WHO경향신문가을철 미시령 힐링가도 달리면 숙박비 2만 원 할인···22일~11월 30일ABC News (Australia)Breaking: Man shot by police in Sydney's south-westSözcüYapay zekâ İstanbul'un en iyi ilçesini seçtiCNN بالعربيةوزارة الدفاع اليمنية تحذر من المشاركة بـ"النكف القبلي" وغيرها من تجمعات بمناطق سيطرة الحوثي
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, October 22, 2026

Jaafar Jackson revela meta quebrar recordes no cinema com filme “Michael”

Translate

O ator e sobrinho de Michael Jackson (1958-2009), Jaafar Jackson, 30, abriu sobre um sonho que tinha ao ingressar na cinebiografia do tio, "Michael", que chegou aos cinemas em abril deste ano.

Para a revista Variety, Jaafar, que dá vida ao tio nas telas, falou que, dois anos antes de começar as gravações do longa, ele desejava a história do tio superasse o sucesso da cinebiografia do vocalista da banda Queen, Freddy Mercury. "Escrevi uma lista de objetivos que queria alcançar, e um deles era superar 'Bohemian Rhapsody' e ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão", lembrou.

Os sonhos de Jaafar se realizaram e, com fôlego: menos de dois meses após sua estreia, "Michael" se tornava a maior cinebiografia musical, superando "Bohemian Rhapsody", dez dias depois se tornava a maior cinebiografia da história do cinema, superando "Oppenheimer"; e em julho se tornou a primeira e única cinebiografia a passar a faixa de US$ 1 bilhão em bilheteria.

Leia mais

"Quando isso aconteceu, fiquei bastante emocionado. Senti orgulho, porque sei o quanto Michael estaria orgulhoso. Ele queria quebrar muitos recordes, e eu não poderia estar mais grato por este ter sido o caso", revelou em entrevista. Ele lembrou também ter conhecido Rami Malek, que interpretou Mercury nos cinemas, e que ele foi "extremamente simpático".

O longa, que foi o primeiro trabalho com atuação de Jaafar, fez com o jovem ator passasse por dois anos de preparação para interpretar o tio após ele ser escalado. Além de construir um acervo de músicas, ensaios, demos, ele teve que ajustar a sua forma de falar para parecer mais com Michael. O mais difícil para ele foi aprender os movimentos de dança que marcaram a carreira de Michael.

"Nos ensaios, o mais desafiador era ficar na ponta dos pés, porque fazer isso repetidamente machuca. Eu me machuquei muitas vezes. Esse movimento foi um problema para mim. Passei a ter um respeito totalmente novo pelos bailarinos", refletiu e acrescentou que a quantidade de ensaios permitiu que, no dia da gravação de "Bad", ele se sentisse livre no palco. "Eu estava presente no momento e isso foi divertido."

Sobre a recepção dos Jackson ao seu trabalho para reviver Michael, Jaafar disse que recebeu muito apoio e se emocionou com a reação da família. "(Pai) Ele me ligou para dizer o quão incrível foi ver seu filho interpretando seu irmão e não conseguir notar a diferença em tantos momentos. Eu disse que era um grande elogio, sendo seu filho, conseguir convencer de que era realmente seu irmão no filme. Ele disse que sentia falta de Michael, e que me ver na tela trouxe de volta a presença que eu transmitia em alguns daqueles momentos mais tranquilos. Foi a maior recompensa."

View the original on CNN Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.