Dia da Música Popular Brasileira: veja os 15 discos de MPB mais vendidos da história
A música brasileira é marcada pela diversidade de ritmos, estilos e artistas que atravessam gerações, do samba e da bossa nova ao rock, ao sertanejo e à MPB contemporânea. Para celebrar essa riqueza cultural, o calendário nacional reserva o dia 17 de outubro ao Dia da Música Popular Brasileira (MPB), data que homenageia a produção musical do país e a contribuição de seus compositores e intérpretes para a cultura nacional.
Qual é a origem do Dia da Música Popular Brasileira?
A escolha do dia é uma homenagem à compositora, pianista e regente Chiquinha Gonzaga, nascida em 17 de outubro de 1847. Considerada uma das pioneiras da música popular brasileira, ela rompeu barreiras sociais e de gênero ao construir uma carreira artística em um período em que a presença feminina nesse meio enfrentava grandes restrições.

Compositora Chiquinha Gonzaga é a homenageada da 51ª Ocupação do Itaú Cultural. (Itaú Cultural/IMS/Reprodução)
A data foi instituída oficialmente pela Lei nº 12.624, de 9 de maio de 2012, que estabeleceu o Dia Nacional da Música Popular Brasileira em 17 de outubro.
A ocasião também é uma oportunidade de observar como a música brasileira se transformou ao longo das décadas e como alguns álbuns entraram para a história do mercado fonográfico nacional.
Um ranking da revista Rolling Stone, publicado em julho de 2026, mapeou os discos brasileiros mais vendidos de todos os tempos. Veja quais são:
Os 15 discos brasileiros mais vendidos da história
- "Xou da Xuxa 3" - Xuxa (1988): mais de 5 milhões de cópias;
- "Músicas para Louvar ao Senhor" - Padre Marcelo Rossi (1998): 3,33 milhões de cópias;
- "Xegundo Xou da Xuxa" - Xuxa (1987): 3,2 milhões de cópias;
- "Mamonas Assassinas" - Mamonas Assassinas (1995): 3 milhões de cópias;
- "Rádio Pirata ao Vivo" - RPM (1986): 3 milhões de cópias;
- "Quatro Estações: O Show" - Sandy & Júnior (2000): 3 milhões de cópias;
- "As Quatro Estações" - Sandy & Junior (1999): 2,8 milhões de cópias;
- "É o Tchan do Brasil" - É o Tchan! (1997): 2,7 milhões de cópias;
- "As Quatro Estações" - Legião Urbana (1989): 2,6 milhões de cópias;
- "A Turma do Balão Mágico" - Turma do Balão Mágico (1984): 2,5 milhões de cópias;
- "Terra Samba ao Vivo e a Cores" - Terra Samba (1998): 2,45 milhões de cópias;
- "Na Cabeça e na Cintura" - É o Tchan! (1996): 2,3 milhões de cópias;
- "Roupa Nova" - Roupa Nova (1985): 2,2 milhões de cópias;
- "Tribalistas" - Tribalistas (2002): 2,1 milhões de cópias;
- "Roberto Carlos" - Roberto Carlos (1977): 2 milhões de cópias.
Como os números de vendas foram calculados?
Os números apresentados no ranking devem ser considerados estimativas, e não uma contagem definitiva de todas as unidades comercializadas. Ao longo da história da indústria fonográfica brasileira, os dados de vendas foram registrados de maneiras diferentes, e nem todos os lançamentos contam com informações completas e facilmente verificáveis.
Por isso, o levantamento utiliza como referência certificações da Pro-Música Brasil (antiga ABPD), além de informações fornecidas por gravadoras, reportagens publicadas na época e estimativas históricas.
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