ESPN DeportesChivas se acerca al gol, ante un América nerviosoPunchAkpabio, Natasha silent over activist’s fresh allegationESPNDeBoer wants Bama to 'start faster' after latest rally vs. FSUוואלהאד שירן על ישראל ועזה: "מה שקרה ב-7 באוקטובר היה מחריד; המתרחש בעזה קטסטרופלי"النهارترامب يفك الترابط بين حربي أوكرانيا وإيرانThe Jerusalem PostPutin prepares to escalate Ukraine war with draft surge, attacks targeting NATO - reportDaily MailHarry Styles and fiancée Zoe Kravitz passionately kiss and hold hands in NYC as wedding plans are revealedEl Comercio¡Pura alegría! Así festejó Perú su clasificación a los Qualifiers de la Copa Davis | FOTOSOnetPilny powrót Trumpa. Bombowiec B-1B Lancer opuścił bazę. Podsumowanie nocyNew Straits TimesNajib's RM50mil house arrest condition partly beyond his control, say lawyersSportstarShooting LIVE updates from Asian Games 2026: India set to win team medal in 10m air rifle; Sonam Maskar, Elavenil Valarivan enter finalThe Sydney Morning HeraldAlbo wanders into Tim Apple’s place to fix the internet
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, September 20, 2026

Michelle Bachelet desiste de disputar secretaria-geral da ONU após perder apoio do Chile

Translate

Em 3 de setembro, Bachelet ironizou as poucas chances que tinha de ser secretária-geral da ONU, durante um evento universitário.

"Hoje anuncio que decidi não continuar com minha candidatura à secretaria-geral das Nações Unidas", afirmou a ex-presidente em um vídeo divulgado em suas redes sociais.

"Alguns vão pensar que não era o momento para uma candidatura como a que eu quis representar. Não me arrependo de ter empreendido esse grande desafio", declarou.

Bachelet destacou que sua candidatura ajudou a colocar em pauta o debate de que "a próxima secretária-geral deve ser uma mulher da América Latina", afirmou.

Em nota, o governo chileno lembrou, em um comunicado, "que retirou seu apoio à candidatura de Bachelet em março e destacou que desde então não apoiou nenhum dos candidatos na disputa".

O governo "reafirmou, ainda, seu compromisso com o multilateralismo e a reforma das Nações Unidas".

A votação do Conselho de Segurança realizada em agosto situou como favorita a ex-chanceler da Guiana, Carolyn Rodrigues-Birkett, com oito votos favoráveis.

A ex-presidente socialista foi inicialmente indicada em fevereiro passado pelo governo do ex-presidente chileno Gabriel Boric, com o apoio de Brasil e México. Mas sua candidatura perdeu força depois que o novo chefe de Estado chileno, o ultradireitista José Antonio Kast, lhe retirou seu apoio.

"Agradeço muito especialmente aos presidentes do Brasil, [Luiz] Inácio Lula da Silva, e do México, Claudia Sheinbaum, que apoiaram esta candidatura desde o primeiro dia com generosidade e convicção", acrescentou.

Em 80 anos de história, nenhuma mulher ocupou a secretaria-geral da ONU e só há registro de um representante da América Latina: o peruano Javier Pérez de Cuéllar, entre 1982 e 1991.

Segundo uma prática não regulamentada e que nem sempre é cumprida, a secretaria-geral se alterna entre as regiões. Desta vez, caberia à América Latina.

Até o momento, cinco mulheres e três homens aspiram a suceder o português António Guterres, de 77 anos, que encerrará seu segundo mandato de cinco anos no próximo 31 de dezembro.

Alta-comissária de Direitos Humanos da ONU, Michelle Bachelet discursa em Genebra nesta quinta-feira (27) — Foto: Denis Balibouse/Reuters

View the original on G1

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.