The Jerusalem PostUS carries out 'defensive' strikes on Iran's Qeshm Island, officials say - report한겨레한동훈, 정당개혁 토론회에서 “누가 대표냐 따라 공천 배제 공포, 개혁해야”InquirerP38-M water, road projects to benefit Manobo villagers in SurigaoSouth China Morning PostSouth Korea rushes to reissue passports to President Lee, wife after data leakZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFGIGAZINEアメリカ産基板を中国産の2倍の速さで爆速納品可能な工業規模ロボット「The Grid」、注文に応じて回路基板を製造可能경향신문감기약으로 4만명 투약분 마약 제조…한약사·약국업주 등 일당 13명 검거Ghafla“Nimechoma”-Pastor Kanyari Regrets TikTok Antics, Admits Chasing CloutThe Sydney Morning HeraldMater to lose 400 staff in pathology provider shake-up中国新闻网守望相助的“滇批”精神在云岭乌蒙小小徐婚礼上具象化了Deadline‘Dancing With The Stars’ Season 35 Recap: Team Dances Shake Up The Competition On Disney NightDaily MailTrump launches attack on Iran on eve of crucial midterm elections... as it's revealed US has been secretly striking regime for weeks
The Daily Newsstand · Free, Always
Tuesday, November 3, 2026

Brasil tem cerca de 10 milhões de postes em estado crítico

Translate

O Brasil tem hoje 50 milhões de postes. Cerca de 10 milhões, em estado crítico. São fios soltos, ligações clandestinas, risco de queda. Há mais de três anos foi criada uma política nacional para a gestão desses postes, mas o impasse permanece.

“Não cheguei a cair, só enrosquei e falei: ‘poxa, uma pessoa idosa, uma pessoa com algum tipo de limitação, ela pode cair”, diz o professor universitário René Batista Almeida.

Foi em um tropeço que o René começou a reparar melhor no caos descendo sobre a cabeça dele:

René Batista Almeida: Fio no chão, encostado no carro. Colocam em cima do cesto, espalhado assim.
Repórter: Todas as árvores do bairro têm um fio enrolado, né?
René Batista Almeida: Quase todas têm, exatamente. Ali tem aqueles pendurados. Lá para cima tem mais. A gente fica com medo, não sabe se é fio de eletricidade, se é fio de internet, televisão, e oferecendo risco.

No emaranhado de cabos tem de tudo - cabo de internet, telefonia, TV, cabo velho, cabo novo, equipamentos pendurados para conectar tudo isso. Quem não trabalha com telecomunicação não tem ideia do que tem aí. Quem trabalha, às vezes, também não. Em muitos casos é tão difícil encontrar onde está o problema que a empresa decide só puxar mais um cabo novo e, assim, vai aumentando a confusão.

Brasil tem cerca de 10 milhões de postes em estado crítico — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Os cabos são de telecomunicações, mas as empresas de energia elétrica são as donas dos postes, cobram pelo uso do espaço e deveriam organizar e fiscalizar. Agora há um plano do governo federal para melhorar a situação, que inclui uma empresa terceirizada para administrar os postes, o chamado “posteiro”. A Anatel quer uma empresa neutra, que não seja nem ligada às telecoms:

“Se a empresa é dona da infraestrutura e, ao mesmo tempo, está atuando no varejo no setor de telecomunicações, isso pode trazer um problema concorrencial sério”, afirma José Borges, superintendente de Competição na Anatel.

Nem ligada às elétricas, que são as responsáveis hoje.

“As distribuidoras tiveram o seu espaço e a possibilidade de atuar nesse sentido. Como não o fizeram, a nossa proposta é que um terceiro agente o faça”, diz José Borges.

Já a Aneel quer que as elétricas possam participar da concorrência para continuar administrando os postes.

“A gente entende não haver um obstáculo concorrencial para que uma subsidiária da distribuidora preste esse serviço. Quem não demonstrar aptidão e capacidade técnica para prover a exploração desse serviço de infraestrutura não vai estar apta para prestar o serviço”, afirma André Ruelli, superintendente de Mediação Administrativa da Aneel.

O assunto é urgente, porque a solução é demorada. Quando o plano estiver funcionando, a estimativa é de regularizar de 2% a 3% dos postes com problema por ano.

View the original on G1 →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.