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Monday, September 14, 2026

‘Aprender, aplicar e resolver. É a tríade da IA nos negócios’, afirma Leonardo Cirino, CMO da Exame

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A inteligência artificial já faz parte da rotina de profissionais e empresas, mas, para Leonardo Cirino, CMO da EXAME, o próximo passo é deixar de apenas conhecer as ferramentas e começar a utilizá-las para solucionar problemas concretos.

Na avaliação do executivo, o Brasil já está entre os países que mais utilizam inteligência artificial, mas boa parte desse uso ainda está concentrada na curiosidade e na experimentação. O desafio é transformar esse interesse em produtividade e geração de valor para os negócios.

“O maior desafio que temos hoje, e na verdade, a maior oportunidade, é que as pessoas saiam do lugar de ter apenas uma noção básica de inteligência artificial”

Para ele, a tecnologia precisa deixar de ser apenas um objeto de curiosidade e se tornar uma ferramenta aplicada à geração de riqueza e prosperidade nos negócios.

Aprender IA começa pela própria profissão

Para quem quer se preparar para um mercado de trabalho cada vez mais influenciado pela inteligência artificial, Cirino recomenda começar pela própria área de atuação.

O primeiro passo é identificar quais atividades realizadas no dia a dia são repetitivas e poderiam ser automatizadas. A partir desse mapeamento, o profissional consegue entender onde a IA pode assumir tarefas ou atuar como copiloto.

“Você precisa olhar para sua área e entender tudo o que poderia ser automatizado”, afirmou. Segundo ele, também é possível identificar processos que poderiam incorporar etapas agênticas, ou seja, em que sistemas de IA executam determinadas tarefas de forma mais autônoma.

A ideia é que o profissional não precise esperar dominar completamente uma tecnologia para começar a utilizá-la. O próprio processo de aplicação pode fazer parte do aprendizado.

Aprender IA ganha valor quando o conhecimento é colocado em prática. No Pré-MBA em IA da EXAME, a proposta é aplicar a tecnologia a problemas reais de negócios. Não perca tempo. Comece hoje!

Aplicar é mais importante do que apenas conhecer ferramentas

Cirino defende que aprender IA deve estar relacionado à resolução de problemas reais. Em vez de acumular conhecimento sobre diferentes ferramentas, o profissional pode começar por uma necessidade concreta e descobrir como a tecnologia pode ajudar a solucioná-la.

“Para aprender a usar a inteligência artificial, o melhor caminho é você resolver problemas reais da sua vida pessoal ou da sua vida profissional aplicando inteligência artificial”, afirmou.

A aplicação pode ser simples ou sofisticada. Um exemplo citado pelo executivo é automatizar tarefas domésticas, como parte do processo de compras, ou utilizar IA para acompanhar concorrentes e receber periodicamente um resumo sobre acontecimentos relevantes para o negócio.

Nesse modelo, a tecnologia assume parte do trabalho operacional e libera o profissional para atividades que exigem análise, decisão e visão estratégica.

Resolver problemas transforma conhecimento em habilidade

É na etapa de resolução que, segundo Cirino, o aprendizado ganha utilidade prática.

Ao aplicar a tecnologia em um problema real, o profissional não apenas aprende como uma ferramenta funciona, mas entende como ela pode ser utilizada dentro de sua própria área. Isso também ajuda a identificar limitações e avaliar se o resultado produzido pela IA realmente atende à necessidade.

“Quando eu faço e resolvo algo, eu tenho uma tríade perfeita de que eu aprendi aquele conteúdo. Eu apliquei na minha área de atuação. Eu resolvi um problema real”, afirmou.

A tríade também pode orientar a formação profissional: aprender IA, aplicar na própria área e resolver problemas reais. É essa abordagem que está no centro do Pré-MBA em IA da EXAME, online, por apenas 37$. Matrículas abertas!

A lógica também ajuda a evitar uma utilização superficial da inteligência artificial. Para Cirino, um dos riscos é o profissional simplesmente copiar e colar o que uma ferramenta produz sem compreender o problema ou avaliar a qualidade da resposta.

Nesse cenário, o profissional pode saber operar uma ferramenta, mas não necessariamente compreender o negócio o suficiente para saber o que pedir, interpretar a resposta ou avaliar se ela faz sentido.

O diferencial não está apenas na ferramenta

A aplicação da IA também não elimina a importância do conhecimento acumulado pelo profissional. Para Cirino, repertório, experiência e capacidade de contextualização continuam sendo elementos importantes para determinar a qualidade do resultado.

Saber usar uma ferramenta é só o começo. O diferencial está em entender onde a IA pode resolver problemas do dia a dia profissional. O Pré-MBA em IA da EXAME parte dessa lógica. São quatro aulas práticas, online, por 37$. Clique aqui e saiba mais!

“A capacidade, o repertório, a capacidade criativa, continuam com o ser humano”, afirmou. Na avaliação do executivo, a tecnologia pode reunir informações e produzir respostas, mas cabe ao profissional acrescentar sua experiência e interpretação para transformar esse material em uma solução adequada.

Esse fator pode inclusive favorecer profissionais mais experientes. Embora trabalhadores em início de carreira possam ter maior familiaridade com ferramentas digitais, quem acumula anos de experiência tende a ter mais repertório e contexto para formular perguntas e avaliar respostas.

De usuário de IA a profissional que resolve problemas

A mudança, portanto, não estaria apenas em aprender novas ferramentas, mas em mudar a forma de incorporá-las ao trabalho.

Na visão de Cirino, o profissional que conseguir identificar tarefas automatizáveis, aplicar IA aos próprios processos e utilizar a tecnologia para resolver problemas concretos estará mais preparado para um ambiente em que a inteligência artificial passa a fazer parte da execução cotidiana.

Esse movimento também altera a discussão sobre empregabilidade. Para o executivo, o risco não está somente na substituição de determinadas funções, mas na perda de competitividade de profissionais e empresas que não conseguem utilizar a tecnologia enquanto concorrentes avançam.

Empresas precisam criar espaço para a aplicação

A mesma lógica vale para as organizações. Segundo Cirino, não basta estabelecer uma ferramenta oficial ou simplesmente proibir determinadas soluções. As empresas precisam entender quais problemas querem resolver com IA e quais ferramentas seus funcionários já utilizam.

A partir disso, a companhia pode avaliar questões de segurança e estabelecer uma governança que leve em conta a realidade de uso dos colaboradores.

Para Cirino, esse processo ainda está em construção. A governança precisa considerar tanto as oportunidades de aplicação quanto os riscos de segurança, especialmente à medida que as ferramentas ganham capacidade de interagir com sistemas e arquivos das empresas.

O ponto central, porém, permanece o mesmo: aprender IA não como um fim, mas como parte de um processo que começa no conhecimento, passa pela aplicação e termina na resolução de um problema real.

IA não substitui repertório. Ela amplia o que profissionais conseguem fazer com ele. O Pré-MBA em IA da EXAME combina conhecimento sobre a tecnologia com sua aplicação no contexto profissional.

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