Daily MaverickWildlife is not livestock — Aucamp’s dangerous plan to turn conservation into agriculturePunchSerbian police kill attacker outside Israeli embassyInquirerMimaropa drug bust in Palawan yields ₱51,884 worth of ‘shabu’The Jerusalem PostIDF kills three terrorists in Gaza, including Hamas Nukhba who kidnapped Alexander Dancyg on Oct. 7ESPNThe joy and pain that define baseball were in full force in Rays' incredible Game 4 winVilaWebMetges en vaga tallen la Diagonal de Barcelona en el primer dia d’aturada indefinidaThe South AfricanStar-studded line-up for Cape Town Festive Lights Switch-OnZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFObservador DesportoPSP detetou grupo com "possível ligação" à extrema-esquerdaHipertextual‘VisionQuest’ recupera por sorpresa a uno de los primeros villanos de Marvel: no le veíamos desde ‘Iron Man’Collider8 Most Amazing Sci-Fi Movies Ever Made, Ranked20 Minuten«Da hängt jemand dran» – Gleitschirmpilot fliegt in Baukran
The Daily Newsstand · Free, Always
Wednesday, October 28, 2026

Supercomputador desenvolvido pela UFMG é capaz de produzir mapas mais detalhados do território brasileiro

Translate

O supercomputador, batizado de "Soberano", foi desenvolvido pela Universidade Federal de Minas Gerais e é capaz de processar milhares de modelos de inteligência artificial ao mesmo tempo, voltados para análises de solo, água, floresta e produção agrícola.

A partir de dados de satélite e drones, ele consegue produzir um mapeamento em detalhes, com uma resolução de imagem seis vezes maior do que a disponível hoje. Antes, só era possível enxergar de uma forma um afluente do Rio São Francisco. Com o supercomputador, a imagem ganha detalhes sobre o relevo e o leito do rio.

“Desde o mapeamento geológico, prospecção mineral, o risco geológico, a inundação, secas... Tudo isso pode ser muito beneficiado por esse tipo de ferramenta. Porque a gente vai ter uma velocidade muito maior na hora de processar os dados. Então, isso traz para a gente velocidade e uma resposta para a sociedade muito mais rápida”, afirma Clyvihk Renna, pesquisador do Serviço Geológico do Brasil.

Supercomputador desenvolvido pela UFMG é capaz de produzir mapas mais detalhados do território brasileiro — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

A tecnologia também pode ajudar, por exemplo, na pesquisa de minerais estratégicos, como as terras rara, e ainda revelar detalhes de infraestrutura em qualquer região. Como em um mapa, onde o supercomputador identificou centenas de estradas de terra no entorno da BR-163, na Floresta Nacional do Jamanxim, no Pará.

“São várias aplicações. Também é o combate ao desmatamento, desmatamento ilegal em uma área onde não deveria ter a construção de uma rodovia e ela está acontecendo, uma estrada ilegal está sendo feita. E seria praticamente impossível fazer apenas com os olhos humanos”, conta Raoni Rajão, coordenador do Centro Tecnológico de Modelagem Ambiental.

O supercomputador também poderá ajudar produtores rurais a mapear as lavouras com mais agilidade e precisão. Com processamento pela inteligência artificial, vai ser possível que um produtor de café, por exemplo, consiga demonstrar em poucos minutos que o produto vem de áreas legalizadas, o que pode facilitar a comercialização em mercados internacionais.

A máquina é capaz de gerar mapas na escala um por 25 mil - em que cada centímetro equivale a 250 metros. Hoje, menos de 10% do território brasileiro estão mapeados com esse nível de detalhe. Os pesquisadores estimam que, até o fim de 2027, o projeto produza mapas temáticos de seis estados. Um avanço que deve contribuir para planejamento de políticas públicas.

“A grande vantagem do supercomputador é extrair informação dessas imagens de forma automática. Então, todas essas imagens de satélite são lançadas diariamente, vão poder ser rapidamente analisadas para fazer a cartografia, que permite instituições públicas, governamentais tomar a decisão em cima de mapas atualizados”, explica Sônia Carvalho Ribeiro, coordenadora do projeto Geo LID.
View the original on G1 →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.