The Jerusalem PostBoy George announces second concert in Israel dedicated to Nova music festival survivorsCNN TürkTürkiye otomotiv ihracatı 9 ayda 31,1 milyar dolara ulaştıESPNThrough Dak Prescott's eyes: The Cowboys QB breaks down a play and all he seesPunchFirst Niger Bridge set to reopen soon – Federal controllerBollywood HungamaRhea Chakraborty launches ‘Caught Blushin’ with Staze Beauty, inspired by her viral The Traitors lookInquirerWalang pasok: Earthquake prompts work, class suspensions in GenSanCollider‘Twilight’ Star Jackson Rathbone Rejects “Soulless” AI-Generated Art [Exclusive]ZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFSouth China Morning PostIndia aims to anchor military ties with US as Indo-Pacific ‘resident power’Sky TG24L'esorcista: Martiri, il teaser trailer dell'horrorThe South AfricanTransfer boost: Bafana star wins award as England, Spain, Germany, France and Italy watchThe IndependentThree sisters who drowned off Brighton beach took their own lives, coroner rules
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, October 8, 2026

Quercus defende plano estruturado para controlo de javalis

Translate

A organização ambientalista Quercus defendeu esta quinta-feira a criação de um plano “estruturado e abrangente” para controlar o aumento de javalis nas zonas urbanas, considerando insuficiente o projeto-piloto do Governo de incentivo ao abate.

“A gestão populacional do javali em Portugal deve ser enquadrada, na opinião da Quercus, através de um Plano de Ação estruturado e abrangente, com medidas multissetoriais que abordem a raiz do problema e apresentem resultados a longo prazo”, refere a associação, em comunicado.

A posição da organização ambientalista surge numa altura em que se têm registado problemas em diferentes regiões do país, como danos na agricultura e acidentes rodoviários, devido à presença dos javalis.

A associação considera que “antes de pagar pelo abate dos animais, é preciso saber se e onde existem efetivamente densidades excessivas”, sublinhando que o Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) fala em “correção de densidade, pelo que pagar por cabeça e abater o maior número possível de animais não significará necessariamente um resultado eficaz e uma redução dos prejuízos”.

Para combater os prejuízos causados pela presença dos javalis, a Quercus avança com medidas “que podem e devem ser implementadas”, como o investimento na proteção das culturas agrícolas, a necessidade de garantir que as compensações aos agricultores afetados são justas e estão a ser pagas e a adoção de estratégias que visam uma caça sustentável.

[Pela primeira vez em doze anos, Annie regressa finalmente a Lisboa. A revolução está nas ruas e Fernando Silva Pais está preso em Caxias. A filha vai fazer tudo para o tentar libertar, mas também vai aproveitar para festejar — e não só. Já pode ouvir “Uma ‘deusa’ no 25 de Abril”, o quarto episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]

“Se a caça é apresentada como instrumento de gestão populacional, é necessário avaliar também o seu efeito sobre a população e os danos no ecossistema e na biodiversidade, e não apenas apresentar o número total de animais abatidos”, referiu a organização, que também quer saber se a densidade populacional do javali vai ser quantificada antes e depois da implementação do projeto-piloto.

O Governo vai lançar um projeto-piloto, que se baseia num incentivo para combater o aumento da densidade populacional dos javalis em 60 concelhos do país, através do pagamento pelo abate de machos (50 euros) e fêmeas (70 euros), segundo a Quercus, uma organização não governamental e sem fins lucrativos.

“Pagar por cabeça e abater o maior número possível de animais não significará necessariamente um resultado eficaz e uma redução dos prejuízos”, considera a Quercus, frisando que “vê com cautela a criação do projeto-piloto de incentivo ao abate de javalis, na medida em que acaba por tratar a consequência em vez de lidar com as causas”.

Segundo a Quercus, a “regressão histórica do lobo-ibérico, um predador natural do javali, em grande parte do território português é um dos fatores-chave que explica a aparente maior densidade populacional e dispersão geográfica do javali”.

Outro fator que também contribui para a dispersão do javali está, de acordo com a organização, relacionado com “o abandono progressivo da gestão do território e a diminuição do habitat natural disponível“, uma vez que com menos recursos disponíveis nos ecossistemas naturais, os animais procuram alimento noutros locais, invadindo explorações agrícolas ou até mesmo contentores de resíduos urbanos.

View the original on Observador Desporto →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.