The Jerusalem PostJerusalem Reform synagogue egged on Rosh Hashanah in second attack in a monthESPNNBA Future Power Rankings: We stacked the three-year outlooks for all 30 teamsESPN DeportesDJ Moore también quedó fuera del partidoInquirerQuezon priest urges DOE review of Atimonan coal plant project한겨레영국 국왕, 젠슨 황 등 AI 리더 만나…“더 늦기 전 통제권 지키자”Sözcü6 nüfus 7 ekmek ve gözyaşlarıSouth China Morning PostByteDance spin-off Anew Labs raises US$290m as AI drug developers enjoy fundraising boom경향신문호우 피해로 집 못 돌아간 거제·통영 이재민 107가구에 월세·체재비 지원한다Anime News NetworkAnimeJapan Opens Entry Submissions for 'New Creator Awards 2027' on October 1ESPN CricinfoLahore High Court dismisses Rizwan's petitionBillboard‘It Was Very Homemade’: Dave Stewart Went ‘Back to Front’ For His New AlbumEl ComercioUn campo de batalla: la gresca entre los jugadores de Cienciano y City Torque tras el 3-0 | VIDEO
The Daily Newsstand · Free, Always
Friday, September 18, 2026

Araceli Lemos propõe cobrar devedores fiscais para financiar fundo de apoio a mulheres no Pará

Translate

A candidata do PSOL ao Governo do Pará, Araceli Lemos, disse nesta quinta-feira (17) que pretende cobrar débitos fiscais de grandes empresas para criar um fundo destinado a financiar educação, inovação e geração de renda, com prioridade para mulheres chefes de família.

"Nós vamos fazer com que aqueles que não estão pagando paguem o que devem para que o estado tenha mais recursos", afirmou.

Araceli participou de um encontro na sede do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), no bairro de São Brás, em Belém, para debater a rede de proteção às mulheres. Acompanhada da candidata a vice-governadora, Fátima Santana, ela apresentou propostas do plano de governo a representantes de movimentos de mulheres da capital.

Durante a agenda, a candidata defendeu o combate ao feminicídio, a instalação de delegacias especializadas com funcionamento 24 horas em todos os municípios do estado e a implantação de um programa de prevenção à violência contra a mulher.

Para financiar as propostas, Araceli afirmou que pretende cobrar dívidas tributárias, fazer uma auditoria nas isenções fiscais e reduzir despesas que a campanha considera excessivas. A candidata citou especialmente grandes empresas dos setores mineral e do agronegócio.

Segundo Araceli, um levantamento usado pela campanha aponta que uma única empresa teria cerca de R$ 2 bilhões em débitos com o estado. Ela não identificou a empresa durante a agenda.

"Nós vamos fazer uma verdadeira auditoria nas isenções fiscais, porque nós achamos importantes as isenções para aqueles que geram emprego e que pagam seus impostos", declarou.

A candidata estima obter cerca de R$ 10 bilhões a partir de diferentes medidas. Além da cobrança de débitos e da revisão de isenções, ela citou redução de gastos com publicidade e eventos e valores que, segundo a campanha, estariam relacionados a obras superfaturadas.

Araceli não detalhou como chegou à estimativa de R$ 10 bilhões.

"Nós temos condições de arrecadar valores aproximados a R$ 10 bilhões para estar investindo em melhoria das condições das mulheres no estado do Pará", afirmou.

Questionada sobre a criação do fundo, Araceli disse que a medida dependerá de aprovação da Assembleia Legislativa do Pará (Alepa). Segundo a candidata, uma proposta semelhante apresentada por ela quando era deputada estadual foi rejeitada.

"Agora será um projeto do Executivo para a Assembleia Legislativa", disse.

View the original on G1

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.