A ligação de Luís Mussi com Apucarana

Luís Mussi morreu aos 72 anos nesta quinta-feira (10) - Foto: Reprodução
O Paraná foi surpreendido ontem com a notícia do falecimento do empresário Luís Mussi, sogro do deputado estadual estadual e candidato ao Senado, Alexandre Curi. Mussi era um empresário ligado aos meios de comunicação, foi dono da Rede de TV Mercosul e ainda era proprietário de diversas emissoras de rádio. Mussi foi secretário de Indústria e Comércio no penúltimo governo de Roberto Requião e segundo suplente de senador dele. Logo após se casar com Yvone, filha do ex-governador Paulo Pimentel, Mussi veio residir em Apucarana para dirigir a TV Tibagi, que havia recentemente perdido a programação da Globo. Era fim dos anos 70, mais precisamente em 1979. Ficou alguns anos na cidade até retornar para Curitiba. Quando secretário da Indústria e Comércio, nos anos 2003/2006, ajudou a trazer o Sicoob para Apucarana. O acidente que o vitimou na noite de quinta-feira, próximo à cidade de Araucária, foi de enorme gravidade e causou sua morte antes mesmo de chegar a um hospital de Curitiba. Sua morte provocou a suspensão temporária da campanha de Alexandre Curi e consternou todo o mundo político e empresarial do Estado. Mussi estava preste prestes a completar 73 anos neste dia 26 de setembro. Nossas condolências à família e fica a tristeza de todos que com ele puderam conviver e desfrutar de sua amizade.
Wind banner à noite
De acordo com a legislação eleitoral, os candidatos que utilizam o wind banner como propaganda política devem recolher as peças às 22 horas, ou seja, é proibido deixá-los expostos após esse horário. Nem todos os candidatos têm respeitado essas regras, porque em Apucarana é possível perceber que alguns wind banners são deixados no local após o horário e tem até aqueles que permanecem a noite toda.
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Quase mil denúncias
Como a população pode denunciar qualquer irregularidade na campanha eleitoral, usando como ferramenta o sistema Pardal através do próprio telefone celular, o TRE do Paraná já registra quase mil denúncias no Estado. A maioria delas é de propaganda irregular, o que demonstra que o eleitor está vigilante para evitar abusos de qualquer candidato, independentemente de partido ou coligação partidária.
Licença de Ratinho
Como esta coluna havia antecipado na semana passada, o governador Ratinho Junior vai mesmo se licenciar do cargo, a partir do dia 17, para se dedicar integralmente à campanha de seu candidato à sua sucessão, Sandro Alex (PSD). Serão 18 dias de andanças pelo Estado para convencer o eleitorado da importância da continuidade de seu governo, através de Sandro Alex, pessoa de sua absoluta confiança.
E os coordenadores?
Antes mesmo do começo da campanha política, houve um racha entre os apoiadores do candidato ao governo pelo PL, senador Sérgio Moro, em Apucarana. De um lado, o presidente da Câmara Municipal, Danylo Acioli, e o ex-vereador Adan Lenharo; de outro lado, o ex-prefeito de Cambira, Emerson Toledo, e o grupo do deputado delegado Jacovós. Mas pelo visto ninguém assumiu a coordenação, já que a campanha de Moro em Apucarana nas ruas não existe.
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Filipe não desiste
Apesar de algumas informações desencontradas de que o deputado federal Filipe Barros, do PL, teria desistido de disputar o Senado depois do registro deferido da candidatura de Deltan Dallagnol (Novo). o parlamentar continua firme em sua campanha e não admite deixar a disputa por acreditar no voto ideológico que pode conduzi-lo ao Senado da República. A família Bolsonaro o apoia incondicionalmente e trabalha por ele.
AS ÁGUAS DE SETEMBRO
Não são como as famosas águas de março, eternizadas na voz de Elis Regina e de Tom Jobim em 1973, mas as águas de setembro é que preocupam os candidatos às eleições de 4 de outubro. O medo deles é ficarem impedidos de fazer campanha corpo a corpo com os eleitores nas ruas. Por outro lado, alguns candidatos, em especial os que disputam eleições majoritárias e dispõem de maior tempo no rádio e TV no horário gratuito do TRE, acreditam que as chuvas podem reter mais o eleitor em casa e aumentar a audiência dos programas. Segundo os meteorologistas, setembro deste ano de fato vai ter chuva acima da média histórica. Isso, além de atrapalhar a campanha eleitoral, preocupa os prefeitos pelos estragos que os temporais causam nos municípios, provocando até mesmo mortes.
Vapt Vupt
* Ao contrário do que seus adversários andavam propalando de que ele estaria inelegível, o ex-deputado delegado Francischini teve seu registro de candidato à Câmara Federal deferido por unanimidade no Tribunal Regional do Paraná. Francischini em 2018 fez quase 500 mil votos para deputado estadual e teve seu mandato cassado.
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* Marcos Brasil que, entre outras atividades profissionais e comerciais, se identifica como locutor de rodeios, fez uma dura resposta ao senador Sérgio Moro que disse que como governador jamais nomearia um locutor de rodeios para secretário da Indústria e Comércio, cargo que Marcos Brasil exerceu no governo Ratinho.
* O prefeito de Arapongas, Rafael Cita, que lançou nesta sexta-feira um pacote de obras da ordem de R$ 100 milhões, garante que parte desses recursos será usada para o recape das ruas da cidade que estão permeadas de buracos e com as próximas chuvas a tendência é que aumentem ainda mais. O recape vai vir em boa hora.
* O Podemos no Paraná luta para eleger dois deputados estaduais, embora a princípio só tenha um que estaria praticamente garantido, o atual deputado Do Carmo. Se houver uma segunda vaga, esta seria da atual presidente do partido no Estado, Luciane Bonato, mãe do deputado federal Felipe Francischini, que vai à reeleição.
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