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Saturday, September 12, 2026

Joe Principe explique por que Rise Against resgatou músicas antigas no Rock in Rio: ‘Significado diferente’

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Baixista Joe Principe contou à Rolling Stone Brasil que banda preparou repertório especial para os fãs brasileiros

Karla Sthefany

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Joe Principe - Foto: Divulgação/Getty Image
Joe Principe - Foto: Divulgação/Getty Images

O Rise Against decidiu resgatar músicas antigas no repertório apresentado no Rock in Rio 2026. Diretamente dos bastidores do festival, o baixista Joe Principe explicou à Rolling Stone Brasil que a escolha foi motivada pela relação dos fãs brasileiros com os primeiros trabalhos da banda.

Segundo o músico, apesar de a tendência de uma banda ser sempre seguir em frente e apresentar materiais novos, as visitas menos frequentes ao Brasil fizeram o grupo perceber a importância que as canções antigas ainda têm para o público daqui.

“Como uma banda, você sempre quer seguir em frente. Siga em frente e jogue novo material. Mas porque não viemos aqui o tempo todo, eu percebo o que nossas músicas antigas significam para nossos fãs brasileiros. É apenas uma experiência diferente”, afirmou.

Repertório pensado para os brasileiros

A percepção também influenciou diretamente o setlist apresentado no Palco Mundo. Joe contou que o Rise Against incluiu músicas antigas que normalmente não fazia questão de tocar nos shows, justamente por entender que elas foram importantes para a conexão dos fãs brasileiros com a banda.

“Então, até no setlist de hoje, nós tivemos algumas músicas antigas que normalmente não tocaríamos, porque essa é a razão pela qual as pessoas começaram a nos curtir”, explicou.

Para o baixista, revisitar esse repertório também reforça uma das características que considera uma das forças do Rise Against: o punk rock com músicas que convidam o público a cantar junto.

“É aquele hino punk rock. Esse é um dos nossos pontos fortes”, destacou.

Joe ainda ressaltou que levar essas canções para o público brasileiro possui um significado diferente daquele percebido em apresentações nos Estados Unidos. 

“Então, eu sinto que trazer isso aqui tem um significado diferente de quando tocamos nos Estados Unidos. Eu sinto que devemos isso aos nossos fãs brasileiros para tocar como algumas músicas mais antigas”, completou.

LEIA MAIS: Rise Against tocou no Rock in Rio 2026 com instrumentos emprestados: ‘Nosso equipamento sumiu’

Karla Sthefany

Karla Sthefany é formada em jornalismo e já foi repórter em diversos sites de entretenimento, como o Observatório dos Famosos, Entretê Spin OFF e NerdWeek. Hoje atua como repórter na CARAS Brasil, na Contigo! e na Rolling Stone Brasil. Apaixonada por música, cinema e livros. Críticas ou sugestões: [email protected]

TAGS: Entrevistas, Joe Principe, música, Rise Against, rock in rio
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