Marvvila leva hits de KLB, Rouge, Péricles, Alcione e Anitta para o Rock in Rio 2026

A cantora Marvvila, de 27 anos, sobe ao Palco Favela da Cidade do Rock, neste domingo (13), às 15h, para agitar o público ao som de muito samba e também de hits de artistas como KLB, Rouge, Vanessa da Mata e Anitta no Rock in Rio 2026, em um show com setlist feito exclusivamente para o festival.
Marvvila revisita músicas que marcaram sua formação musical, homenageando Péricles e Alcione, além de resgatar Killing Me Softly, canção que apresentou no The Voice Brasil, e mostra que o pagode pode conversar com diferentes gerações e gêneros.
Quatro anos depois, Marvvila retorna ao Rock in Rio para viver um novo momento histórico de sua carreira. Entre as novidades da apresentação desta edição estão:
Medley Péricles: momento de homenagem ao Péricles, com Nosso Amor Quer Paz, música mais tocada da artista e um feat. com Péricles, e A Carta, uma canção que ama desde sempre e que também representa sua admiração pelo artista.
Medley Alcione/Rouge momento que reúne diferentes gerações da música brasileira, com a homenagem a Alcione com A Loba, reforçando a força e a representatividade das mulheres no pagode. O medley também traz A Dor Desse Amor, do KLB, e Um Anjo Veio Me Falar, do Rouge, com participação da Aline Wirley (ex-integrante do grupo).
Medley Anitta/Killing Me Softly momento que resgata a trajetória da Marvvila, com Killing Me Softly, primeira música que ela cantou no The Voice Brasil, e depois Deus Existe e Ritmo Perfeito, de Anitta.
“Eu nunca fui uma artista que escutou só pagode. Sempre fui muito apaixonada por música e, desde então, ouço vários ritmos, sou bem eclética. KLB, Rouge, Vanessa da Mata, de uma forma geral os gêneros R&B, pop… tudo isso fez parte da minha formação. Quando pensei nesse show, queria justamente trazer essas referências para dentro do meu universo, mas do meu jeito, em forma de pagode. Acho que é uma maneira muito bonita de mostrar que o pagode conversa com todo mundo, com todas as gerações e com diferentes estilos musicais. No final, tudo fica muito bem quando passa pelo pagode”, conta Marvvila.
Marvvila também tem em sua trajetória a música Nosso Amor Quer Paz, com Péricles, uma de suas canções de maior sucesso e uma das mais tocadas de sua carreira.
“Ele foi um pai para mim, sempre me acolheu, sempre me incentivou quando eu ainda estava começando. Neste universo ainda tão machista, ter o carinho e reconhecimento do Péricles me deu força para chegar até aqui. Cantar Péricles é uma forma de agradecer ele e referenciar este artista que é gigante dentro e fora dos palcos”, revelou.
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Famosos vão ao Rock in Rio — Foto: Thiago Mattos/Quem
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Gabi Saporito — Foto: Fabrício Pioyani/ AgNews
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Juliana Didone — Foto: Divulgação/CS Eventos
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Carol Castro chega com a filha Nina — Foto: AGNEWS/ Rogério Fidalgo
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Nathalia Dill — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Camilla de Lucas — Foto: André Moreira/BrazilNews
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Claudia Mauro e a filha, Carolina — Foto: Rogério Fidalgo/Agnews
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Giovana Cordeiro — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Mari Bridi e filha — Foto: BrazilNews
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Carol Castro — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Humberto Carrão — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Romulo Estrela — Foto: Fabrício Pioyani/ AgNews
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Laura Fernandez — Foto: Thiago Mattos/Quem
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Chaiany — Foto: @thaianeoliveirafotografa @kiaravilalva_
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Roberta Rodrigues e família — Foto: AgNews/Fabrício Pioyani
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Bel Moreira e Halana Lacerda — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Jota.pê usa costume de linho e crochê para o Rock in Rio — Foto: Thiago Sales e Valentina Buonerba
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Aline Borges e o marido — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Samira Sagr — Foto: @photzmuller
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Leandra Leal e Guilherme Burgos — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Gabriela Loran — Foto: Brazilnews/Letycia Miller
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Breno Ferreira — Foto: Rogério Fidalgo/AgNews
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Adri Lima — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Giovana Pitel — Foto: Marcelo Sá Barretto / Agnews
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Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank — Foto: Thiago Mattos/Quem
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Luiza Zulu e o namorado — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Eslô Marques — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Flávia Viana — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Renata Saldanha — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Aline Borges — Foto: Thiago Mattos/AgNews
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Mari Bridi vai ao Rock in Rio com a filha, Aurora — Foto: Thiago Mattos/Quem
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Rafael Infante e a filha — Foto: Thiago Mattos/Quem
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Gi Alparone — Foto: Natalia Rampinelli/ Agnews
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Yudi Tamashiro — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Amanda Meirelles — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Dandara Mariana e namorado — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Pocah — Foto: Fabrício Pioyani/ AgNews
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Quitéria Chagas — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Wanessa Camargo — Foto: Rogério Fidalgo/ Agnews
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Thati Lopes com George Sauma — Foto: Letycia Miller / Brazil News
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Fernanda Cristina, mãe de Vini Jr — Foto: Rogério Fidalgo/Agnews
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“Eu tenho um sonho muito grande de ver o pagode chegando cada vez mais a outros continentes. Quero estar preparada para quando isso acontecer. Por isso estudo inglês, porque não quero que exista uma barreira de comunicação entre mim e o público. Killing Me Softly também tem esse significado para mim porque me lembra de onde eu vim, de uma menina que estava começando, que sonhava em viver de música e que hoje está chegando a um palco como o Rock in Rio e está tendo a oportunidade de conhecer outros países graças ao pagode”, afirma.
Para Marvvila, levar Ritmo Perfeito e Deus Existe para o palco é também uma forma de homenagear Anitta, que ela considera um símbolo na quebra de barreiras e de abertura de caminhos para uma nova geração da música brasileira.
“Anitta é uma referência para mim. Eu acompanhei a trajetória dela, vi muita coisa que ela conquistou e as portas que ela abriu para a música brasileira. E eu me identifico muito com ela, principalmente, com essa história de ouvir muitos ‘nãos’. No começo da minha carreira, ouvi que mulher não podia cantar pagode, que já existiam mulheres demais fazendo isso, como se a luta e as portas abertas por mulheres como Alcione, Beth Carvalho, Dona Ivone Lara, Leci Brandão, Jovelina Perla Negra, Mart’nália e tantas outras fossem terminar ali. Chegou um momento da minha carreira em que pensei em desistir de cantar pagode e migrei para o pop/funk, e a Anitta fez parte dessas minhas referências. Então, levar duas músicas dela para o Rock in Rio não é buscar hype, é levar uma parte da minha história para um palco que representa justamente essa mistura de estilos, públicos e possibilidades. É também fazer referência a uma grande artista que deve servir de inspiração e exemplo de força para todos nós, principalmente para nós, mulheres, que somos tantas vezes taxadas de incapazes”, explica.
Marvvila também vai dividir o palco com Ayla, Manda Lym e Amanda Amado, representantes da nova geração do samba e do pagode. As três serão convidadas especiais da apresentação e o quarteto vai cantar Loba, música eternizada na voz de Alcione.
“Eu acredito muito nessa coisa de uma mulher apoiar a outra e abrir espaço para que outras mulheres também possam chegar. Eu quero muito ver Ayla, Manda Lym e Amanda Amado com seus próprios shows no Rock in Rio e em grandes festivais. Se eu puder contribuir para que elas ocupem esses espaços, farei. Acho que quando uma mulher cresce, todas nós crescemos juntas. Poder dividir esse palco com elas é uma forma de reconhecer e celebrar essa nova geração do samba e do pagode que está chegando com muita força”, afirma.
“Eu já tive a honra de cantar com a Alcione, que também é uma das maiores referências que eu tenho na música. Mas eu ainda tenho um sonho: fazer um feat com ela. Seria muito especial poder registrar uma música ao lado da Alcione, não só pela artista gigante que ela é, mas por tudo o que ela representa para nós, mulheres do samba e do pagode. Cantar Loba no Rock in Rio, ao lado de outras mulheres que também estão construindo suas histórias, é uma forma de homenagear tudo o que a Alcione e tantas outras mulheres fizeram para que a gente pudesse estar aqui hoje”, acrescenta a artista.
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