ESPN DeportesYankees con Mcmahon y Rice imponentes, toman ventaja en la serie ante RaysThe Jerusalem PostEight sailors assigned to USS Lincoln attempted suicide, Navy Secretary tells Congress한겨레사격 소승섭, 유도 김혜미…30~40대에 AG 첫 출전 ‘금’보다 값진 도전UOLAlagoas tem disputa de cardeais do antigo e do novo centrão em embate de Lira e Renan CalheirosHong Kong Free PressHong Kong slams EU report claiming ‘deterioration of fundamental freedoms’ in the city中国新闻网(长征胜利90周年)百件作品绘长征 广西美术作品联展回望革命历史PunchSenator facilitates market to boost commerce in Edo communityLenta.ruВ США заявили о готовности расширить торговое соглашение с КитаемMalay MailWoman found dead in Kuala Kangsar home, police arrest two suspects believed to be relativesLa NaciónFuror por Lizzie Borden: las principales diferencias entre la historia real y la serie Monster de NetflixGlobal NewsFrom meat to the saddle: B.C. rancher trains yaks to carry ridersEl ComercioDólar BCV HOY, miércoles 23 de setiembre: Tipo de cambio y tasa oficial en Venezuela
The Daily Newsstand · Free, Always
Thursday, September 24, 2026

00h. Trump recebe Xi Jinping nos Estados Unidos

Translate

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Jornal da Meia Noite da Rádio Observador, com edição de Laura Figueiredo. E começamos pela atualidade internacional. O presidente chinês aterrou há pouco em Washington, onde começa a primeira visita aos Estados Unidos em mais de uma década.

Xi Jinping foi recebido por Donald Trump e pela primeira-dama na base aérea de Andrews, nos arredores de Washington, num gesto raro para um presidente norte-americano que, por norma, espera que o convidado chegue à Casa Branca. Esta visita de Estado, que inclui um jantar oficial na Casa Branca na quinta-feira, pretende retribuir a visita de Donald Trump à China em maio. Apesar de a visita acontecer numa altura em que a maioria dos líderes mundiais estão em Nova York para participar na Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente chinês não vai marcar presença no encontro da ONU.

Laura, Volodymyr Zelensky discursou hoje precisamente na Assembleia Geral das Nações Unidas e pediu a intervenção da China para ajudar a pôr um fim à guerra na Ucrânia.

Na intervenção em Nova York, o presidente ucraniano recordou o aproximar do inverno e as dificuldades enfrentadas nessa época devido aos ataques russos ao sistema energético de Kiev. Volodymyr Zelensky lamentou não ter a oportunidade de falar com o presidente chinês, alguém que considera ter poder para influenciar a Rússia.

Os ucranianos entendem que este inverno pode ser muito perigoso para nós, mas em resposta, não teremos escolha senão fazer com que seja doloroso também para a Rússia. Infelizmente, não tivemos a oportunidade de falar diretamente com o líder da China, que está na América hoje e não aqui. E ele é alguém que pode influenciar a Rússia também, mais do que muitos outros podem.

Na mesma intervenção na Assembleia Geral das Nações Unidas, Volodymyr Zelensky disse ainda que a Rússia está humilhada por ter perdido o controle da indústria petrolífera.

É difícil imaginar uma perda mais humilhante para um país que tem lugar permanente no Conselho de Segurança da ONU e que tem tanto orgulho nas suas exportações de petróleo. Eu cito: "Um grande número de refinarias de petróleo", diziam russas, "foram destruídas e estão, pelo menos temporariamente, fora de comissão". E isto é verdade. A Rússia enganou-se. E a conclusão desta publicação do Trump também está certa. Esta guerra ridícula com a Ucrânia tem de acabar. Eu não conheço um líder mundial que diga o contrário. Eu não conheço ninguém que esteja abertamente a favor desta guerra.

Ainda assim, o presidente ucraniano garantiu que o alvo de Kiev não é a indústria petrolífera russa, mas a capacidade de Moscovo de financiar a guerra. Ainda hoje vai chegar aos Estados Unidos o enviado especial de Vladimir Putin. Kirill Dmitriev vai encontrar-se com Steve Witkoff, Jared Kushner e outros representantes da administração Trump. A reunião vai ter lugar em Nova York, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas.

E precisamente na sede das Nações Unidas, em Nova York, o primeiro-ministro Luís Montenegro criticou o que considera ser a realidade absurda e insensata do aumento do preço dos combustíveis.

No evento de alto nível promovido pelo secretário-geral das Nações Unidas sobre a ação climática e transição justa, o primeiro-ministro garantiu que Portugal está na linha da frente da transição energética e assegura que o país vai duplicar a capacidade instalada de produção de energia renovável. Luís Montenegro defende que o investimento deste tipo de energia tem vários objetivos, entre os quais a garantia de maior autonomia estratégica.

Uma altura onde estamos todos a ser afetados por esta realidade absurda e insensata de estarmos todos a pagar os combustíveis vindos do petróleo mais caros, com inegável prejuízo para as nossas populações e para as nossas economias, a capacidade de sermos mais autónomos, cada um de nós também mais soberano, mais amigo do ambiente e podermos oferecer fontes de energia a um preço mais acessível é um objetivo comum, partilhamos convosco.

O primeiro-ministro Luís Montenegro em Nova York, onde defende que Portugal está na linha da frente da transição energética e que deve conseguir antecipar em alguns anos o objetivo de alcançar a neutralidade carbónica em 2050.

E o secretário-geral do PS pede esclarecimentos rápidos à ministra da Justiça sobre as buscas ao gabinete do diretor da PJ.

A Polícia Judiciária foi hoje alvo de buscas. Procuradores do Ministério Público e inspetores da Autoridade Tributária entraram no edifício da PJ para dar seguimento a um mandado de busca, no âmbito de uma denúncia que visa diretamente o diretor nacional da PJ, Carlos Cabreiro. Ora, esta noite, em entrevista à RTP Notícias, José Luís Carneiro afirma que esta iniciativa do Ministério Público é inédita. Por isso mesmo, o líder socialista pede que a investigação seja célere. Considera que a ministra Rita Alarcão Júdice deve vir a público dar explicações.

Quanto mais célere forem as investigações, quanto mais rapidamente se restabeleça o normal funcionamento da Polícia Judiciária, melhor. E acho que a senhora ministra da Justiça deve velar por esse objetivo.

Deve fazê-lo amanhã, já?

Bom, deve fazê-lo quando entender. No meu entender, quanto mais rápido o fizer, melhor. Ou seja, é importante que dê uma palavra pública, enquanto responsável política pelo Ministério da Justiça, sobre a importância não apenas do escrutínio sobre a ação dos titulares das mais importantes funções, mas também uma palavra de tranquilidade, porque isto também é demonstração de que no Estado de Direito, ninguém está acima da lei.

José Luís Carneiro falou ainda sobre a confirmação da Comissão Parlamentar de Inquérito a Luís Neves. Considera que o Parlamento não se deve substituir aos tribunais no apuramento de eventuais crimes do antigo diretor da PJ.

Esses atos estão a ser objeto precisamente de várias investigações. Uma delas, por aquilo que é público, conduzida pela própria Procuradoria-Geral da República. E, portanto, há que aguardar

Pelas investigações e pelas conclusões dessas investigações. Confundir o plano parlamentar e político e procurar fazer na Assembleia da República aquilo que compete fazer às instituições que têm por objeto e por responsabilidade averiguarem atos que possam ter constituído ilícito criminal, é procurar confundir papéis no nosso entendimento.

Declarações de José Luís Carneiro esta noite em entrevista à RTP Notícias.

E a comissão de inquérito ao ministro da Administração Interna vai avançar. André Ventura aceitou as condições do presidente da Assembleia da República.

José Pedro Aguiar Branco revelou esta tarde que aceitou o terceiro requerimento do Chega para criar o inquérito parlamentar a Luís Neves, mas impôs condições. Das 11 alíneas que o Chega quer investigar, o presidente do Parlamento recusou duas.

Um tem a ver com alegadas interferências de um filho do Luís Neves com a atividade jornalística, mas não está demonstrada nenhuma ligação eventual entre essa situação e as funções de Luís Neves ou os meios da Polícia Judiciária. Portanto, diria, é uma situação de caráter privado. A segunda tem a ver com a procura de conflitos de interesse relativamente a entidades que também não estão identificadas.

O presidente da Assembleia da República, que disse que se o Chega aceitasse a proposta, a comissão parlamentar de inquérito poderia avançar já. Poucos minutos depois, André Ventura aceitou.

Eu quero transmitir que, em nome do Chega e do grupo parlamentar, o Chega vai aceitar estas duas condições impostas pelo presidente da Assembleia da República e vamos avançar para que rapidamente, nos próximos dias, possamos ter a constituição de uma comissão parlamentar de inquérito a todo o caso envolvente de Luís Neves. Quero também deixar duas garantias que acho que são importantes nesta convergência de interesses, que, como eu disse desde o início, às vezes em democracia, não concordamos com tudo, temos que fazer para que as coisas aconteçam. Foi o que o Chega fez. Queria agradecer ao presidente da Assembleia da República a rapidez, também.

André Ventura, que mantém em aberto a possibilidade de integrar esta comissão parlamentar de inquérito.

E Laura, esta quinta-feira, o presidente da República vai ser recebido pelo papa no Vaticano.

Em declarações aos jornalistas, já em Roma, António José Seguro admitiu hoje estar com enorme expectativa para ouvir Leão XIV sobre os principais problemas do mundo, mas em especial sobre os conflitos.

A minha responsabilidade é dirigir à Sua Santidade o convite para fazer uma visita de Estado ao nosso país. Isso vai reforçar estas relações de amizade e vai ser também um momento e um palco num país aberto ao mundo, para que a palavra do papa também possa ser ouvida por quem deve e para que se calem as armas. Nós precisamos de acabar com as guerras. A Europa tem uma guerra, o Estreito de Ormuz está a provocar muito sofrimento às pessoas e também em Portugal, e a palavra do papa é uma palavra importante.

Declarações de António José Seguro, que diz também querer convidar o Papa Leão XIV para visitar Portugal.

E esta quarta-feira, Laura, foi o dia do último adeus a Jorge Palma.

O artista morreu na madrugada desta segunda-feira, aos 76 anos. O velório aconteceu hoje até às 22h, na Voz do Operário, e muitos foram os que passaram por lá para uma última homenagem ao cantor, Beatriz Félix.

Palmas para Jorge na Voz do Operário e também ao operário de tantos poemas e canções da língua portuguesa. No último adeus, o mar de outras vozes que juntas compõem o bairro do amor por Jorge Palma. À porta, muitos esperavam para homenagear e agradecer de forma silenciosa ao compositor que acompanhou tantas gerações em muitos momentos. Tiago Melo é exemplo disso.

Tudo aquilo que implica o crescimento, conhecer pessoas, dormes com pessoas e tudo mais, ter desilusões, ter amores, ter tudo e mais alguma coisa. E Jorge Palma consegue, efetivamente, nas suas letras, traduzir isso.

Nós já vivemos cem mil anos, encosta-te a mim. Talvez estejas a chegar, encosta-te a mim. Dar cabo dos teus desenganos. Da porta ao último andar da Voz do Operário, o caminho faz-se em silêncio até chegar à sala onde o corpo do cantor descansa, mas sempre rodeado de amigos e até daqueles com quem nunca se chegou a cruzar. As caras conhecidas acabam por chegar e da música à política, muitos vieram recordar Jorge Palma. Marcelo Rebelo de Sousa fala no artista singular, um cantor como não há muitos.

Ele juntava originalidade nas letras e nas músicas com poucos. À doçura.

Carlos Moedas, também de passagem, lembra Jorge Palma com uma capacidade única de lese a emoção humana. Já Margarida Balseiro Lopes fala de um homem livre. E das bancadas do Parlamento para a Voz do Operário, Paulo Raimundo, do PCP, deixa ponto assente. A partida de Jorge Palma não faz com que o legado se perca.

Jorge foi embora, mas a sua obra, mesmo que ele quisesse, vai ficar sempre entre nós.

Fica entre todas as gerações que cresceram ao ouvir músicas de Jorge Palma, o criador da Terra dos Sonhos. Jorge Palma foi embora juntamente com o verão, mas João Gil, cantor e amigo, garante: Palma era amado e sabia.

Foi amado em vida, soube quantos portugueses gostavam dele e amavam-no. Ele amava os portugueses.

O legado deste nome maior da música feita em português fica em boas mãos, porque enquanto houver estrada para andar, o nome de Jorge Palma não vai ser apagado. As palavras que deixa serão eternas. Enquanto houver vento e mar, a gente não vai parar. Enquanto houver vento e mar.

Jornalista Beatriz Félix, que acompanhou as cerimônias fúnebres do cantor Jorge Palma. Amanhã o cortejo fúnebre parte às 15h da Voz do Operário em direção ao Cemitério do Alto do São João, em Lisboa. Funeral é reservado à família.

E assim que fechamos o jornal da meia-noite, edição da jornalista Laura Figueiredo. Está de saída, eu também. Até amanhã, Laura. Embora eu não esteja amanhã, estou de folga. Mas fique com o Porque Sim, é a resposta depois deste jornal e amanhã teremos Laura Figueiredo. E jogo! Até amanhã.

View the original on Observador Desporto

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.