CBS News"The People's Court" Mystery: Michelle Parker's Case Reopened | Case by Case | "48 Hours" PodcastESPN49ers' Evans, Samuel, Bosa ruled out; Kirk may returnESPN DeportesHorarios y cómo ver la Jornada 14 del Apertura 2026InquirerBangsamoro group urges Marcos, MILF chief to meet before Oct. 30The Jerusalem Post‘I wanna blow up a synagogue’: Online posts lead to hate crime charge against Utah manColliderThe 10 Most Hopeless Books of All Time, RankedSouth China Morning PostWhat will China’s fifth plenum mean for the root-and-branch corruption drive?ZDF heuteAktuelle Pressemitteilungen des ZDFGIGAZINEXBOXがクラウドゲーミングサービスの「時間売り」のテストを開始、料金は1時間当たり約38~63円BillboardHailee Steinfeld Will Have a Hold on You in ‘Magic’ Cover of The Cars for ‘Hexed’ Movie: ListenTechCrunchHottest toy for Christmas? Nvidia CEO plays with adorable Microduck robots, 20,000 sellE! OnlineStephanie March Returning to Law & Order: SVU for First Time in 8 Year
The Daily Newsstand · Free, Always
Friday, October 23, 2026

Como o Rio Grande do Sul foi de reduto da esquerda a bastião do agronegócio

Translate

Décadas depois, o cenário mudou. Jair Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado no Estado em 2018 e 2022. Em 2026, seu filho Flávio Bolsonaro (PL) também liderou a votação, vencendo em Ronda Alta e Pontão, municípios ligados à origem do MST onde o PT não perdia no primeiro turno presidencial desde 1989.

Os jornalistas João Fellet e Felix Lima, da BBC News Brasil, visitaram a região para investigar essa transformação. Em uma área marcada pela luta pela reforma agrária, cresce a identificação de moradores com o agronegócio e a direita.

“O agro é mais bolsonarista? Sim. Por quê? Simples. O governo do Bolsonaro apoiava o agro”, diz Luis Fernando Costa Nunes, vereador do PL em Pontão e filho de pequenos agricultores.

Apesar do avanço conservador, cooperativas ligadas ao MST prosperam na região e são referência para o movimento. Nelas, muitos jovens permanecem no campo graças às oportunidades de trabalho e às condições de vida nos assentamentos.

Isaías Vedovatto, pioneiro do MST em Pontão, vê o avanço do bolsonarismo como ameaça às conquistas do movimento, mas afirma que o grupo “tem condições de sobreviver” e oferece uma alternativa baseada na “coletividade, solidariedade e qualidade de vida”.

View the original on BBC News Brasil →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.