The Jerusalem PostRabbi Dov Lando must explain his opposition to haredi IDF service - opinionPunchEbola: Kaduna activates isolation centreInquirerNo sign of ex-BuCor chief Bantag in Ifugao poultry police operationDaily MaverickAFFORDABLE HOUSING OP-ED: CT’s Tafelberg social housing units cut by Heritage assessmentColliderNetflix’s 10/10 Spy Thriller Officially Returns for Season 2 This WeekSCMP ChinaCommunist Party pledges to reach deeper into China’s tech, digital platform sectorsZDF heuteEntdecken Sie das ZDF-NachrichtenstudiotazDebatte: Krieg gegen die NaturThe GuardianCharlton v Chelsea, West Ham v Liverpool, Arsenal 1-1 Aston Villa, and more: WSL – liveObservador DesportoBombeiros alertam para falta de apoio a corporaçõesIl Fatto QuotidianoIl passeggero seduto dietro di lei in aereo mette il piede nudo sul bracciolo, lei inorridisce e ci spruzza sopra uno spray: “Cosa avreste fatto voi?”. Il video della cantante Jessie James Decker è viraleScreen RantMichael Mann Hospitalized After Accidentally Shooting Himself In The Leg
The Daily Newsstand · Free, Always
Sunday, November 1, 2026

Juiz rejeita ação de US$ 10 bilhões de Trump contra Wall Street Journal

Translate

Um juiz federal dos Estados Unidos rejeitou definitivamente a ação por difamação movida pelo presidente Donald Trump contra o The Wall Street Journal. O republicano pedia US$ 10 bilhões (cerca de R$ 57 bilhões) em indenização ao jornal por uma reportagem sobre uma suposta carta enviada por ele ao financista Jeffrey Epstein em 2003.

A decisão foi proferida neste sábado, 31, pelo juiz Darrin Gayles. O magistrado concluiu que a equipe jurídica de Trump não conseguiu demonstrar que o jornal publicou informações falsas com "má-fé real", requisito previsto na legislação americana para que figuras públicas obtenham condenações por difamação.

Com a extinção do processo com resolução de mérito, os advogados do presidente não poderão apresentar uma nova versão da ação.

Relembre a carta que teria sido assinada por Trump

Trump processou a Dow Jones, empresa controladora do The Wall Street Journal, e seu proprietário, Rupert Murdoch, após a publicação de uma reportagem, em julho de 2025, sobre uma carta que teria sido escrita pelo republicano para Epstein.

A mensagem fazia parte de um livro produzido em 2003 para celebrar o aniversário de 50 anos do financista. O documento continha um texto datilografado, uma ilustração com o contorno do corpo de uma mulher nua e a assinatura atribuída a Trump.

"Feliz aniversário, e que cada dia seja outro maravilhoso segredo", dizia um trecho da mensagem.

Trump negou ter escrito a carta e acusou os jornalistas de inventarem a história para prejudicar sua imagem. Seus advogados argumentaram que o jornal deveria ter descartado a informação diante da negativa do presidente.

Entenda a decisão do juiz

Gayles, porém, considerou que a contestação de Trump não era suficiente para caracterizar má-fé por parte dos jornalistas.

O magistrado afirmou que aceitar esse argumento significaria impedir a imprensa de publicar reportagens negativas ou contraditórias sempre que uma figura pública negasse uma acusação. Segundo ele, esse entendimento seria contrário à proteção constitucional da liberdade de expressão nos Estados Unidos.

Na avaliação de Gayles, Trump não apresentou provas de que os réus sabiam que a reportagem era falsa ou que agiram com desrespeito deliberado à veracidade das informações.

O juiz também afirmou que a equipe jurídica do presidente tentou encontrar argumentos frágeis para sustentar a ação, sem demonstrar os requisitos legais necessários para uma condenação por difamação.

A decisão não determina se a carta atribuída a Trump é autêntica. O magistrado se limitou a avaliar se havia elementos suficientes para manter o processo.

O caso Jeffrey Epstein

A reportagem do The Wall Street Journal foi publicada em um momento de pressão sobre o governo Trump em relação à divulgação dos documentos ligados a Jeffrey Epstein.

O financista morreu em uma prisão de Nova York, em 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual de menores e conspiração para cometer o crime.

Trump resistiu durante meses à divulgação integral dos chamados arquivos de Epstein, mas acabou sancionando uma lei aprovada pelo Congresso que determinava a publicação dos documentos.

O nome do presidente aparece nos registros, mas ele nega ter cometido irregularidades e não foi acusado de crimes relacionados ao caso.

View the original on Exame →

KioskNews shows a cleaned-up reading view extracted from the publisher’s page — the original always lives on their site, not ours.