Quais são os poderes de Carrie na nova adaptação de Mike Flanagan?

Summer H. Howell explicou como desenvolveu a telecinese da protagonista em parceria com o diretor
Beatriz Sandoval
Desde a primeira adaptação cinematográfica, em 1976, a história de Carrie, baseada no livro homônimo de Stephen King, já ganhou diferentes versões nas telas. Agora, a personagem retorna em uma série do Prime Video comandada por Mike Flanagan (A Maldição da Residência Hill), que atualiza a trama para os dias atuais e aborda questões como o cyberbullying.
A essência da história, no entanto, permanece a mesma: Carrie White descobre que possui poderes telecinéticos, capazes de movimentar objetos com a força da mente. Em entrevista ao ScreenRant, Summer H. Howell, intérprete da protagonista, contou como trabalhou com Flanagan para construir sua relação com essas habilidades.
“Mike e eu conversamos bastante sobre isso, e me diverti muito criando a jornada dela: ter medo de seus poderes, começar a compreendê-los, treiná-los e passar a amá-los, mas odiá-los ao mesmo tempo”, revelou a atriz. Ela também destacou o sentimento de culpa que acompanha a transformação da personagem, dividida entre o desconforto com o que está acontecendo e a decisão de abraçar a imprevisibilidade de suas habilidades.
Howell explicou ainda que, embora Carrie não precise realizar movimentos físicos para usar a telecinese, ela incorporou gestos à interpretação. “Acho que a minha versão de Carrie tem uma certa graça ao usar as mãos, porque às vezes ela nem precisa fazer isso”, afirmou.
A produção também recorreu a efeitos práticos sempre que possível. Segundo a atriz, algumas cenas exigiam precisão na execução dos movimentos para que a equipe pudesse sincronizar ações como desligar sprinklers ou explodir garrafas no momento certo.
Quem está no elenco de Carrie: A Estranha?
Paulistana e estudante de Jornalismo na Universidade de São Paulo, Beatriz escreve sobre cinema, séries e música na Rolling Stone Brasil. Tem na literatura e no design dois de seus grandes hobbies e acredita que ir ao cinema sempre pede um balde de pipoca na mão.
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